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Guia para Iniciantes: Entendendo Altcoins

2025-12-28 14:04:50
Altcoins
Bitcoin
Negociação de criptomoedas
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Stablecoin
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**Meta Description:** Saiba tudo sobre altcoins com este guia para iniciantes. Descubra o que são altcoins, como se diferenciam do Bitcoin, confira as 10 principais altcoins de 2025 e veja como negociá-las de forma segura na Gate. Entenda o que é altseason, o domínio de mercado e estratégias de investimento para criptomoedas alternativas.
Guia para Iniciantes: Entendendo Altcoins

O que são Altcoins? Os 10 Altcoins Mais Relevantes para Conhecer em 2025 | Guia para Iniciantes Além do Bitcoin

Imagine um cenário em que o Bitcoin representa apenas o ponto inicial da inovação das moedas digitais. Foi exatamente isso que ocorreu no universo das criptomoedas. Embora o Bitcoin permaneça como a principal e maior criptomoeda, milhares de alternativas digitais surgiram desde 2009. Essas moedas são conhecidas como “altcoins”.

O termo “altcoin” combina “alternative” e “coin”, designando qualquer criptomoeda diferente do Bitcoin. Assim como veículos têm propósitos distintos, os altcoins foram criados para solucionar problemas diversos ou oferecer funcionalidades que o Bitcoin não contempla.

O Litecoin, primeiro altcoin, surgiu em 2011 com o objetivo de processar transações mais rapidamente que o Bitcoin. Hoje, o ecossistema cripto concentra mais de 16.500 criptomoedas, cada uma com características e propósitos específicos. Embora o Bitcoin represente aproximadamente metade do valor total do mercado, os altcoins compõem a outra metade, evidenciando sua crescente relevância na economia digital.

Compreendendo Altcoins: Definição e Diferenças em Relação ao Bitcoin

Para entender o conceito de altcoins, é importante esclarecer alguns fundamentos do universo cripto.

Uma “coin” é uma criptomoeda que opera sobre sua própria blockchain. O Bitcoin utiliza a rede Bitcoin, o Ethereum a rede Ethereum, e assim por diante. São moedas nativas de suas respectivas redes.

Altcoin é qualquer criptomoeda que não seja Bitcoin. Alguns especialistas consideram altcoins apenas as moedas que não são nem Bitcoin nem Ethereum, já que ambas são as mais estabelecidas.

Já o “token” é uma criptomoeda que utiliza o blockchain de outra moeda, sem possuir rede própria. Por exemplo, muitos tokens funcionam na rede Ethereum, utilizando sua infraestrutura para finalidades diversas.

Os altcoins geralmente se dividem em duas categorias principais: os que compartilham código-base semelhante ao Bitcoin, mas foram modificados com novas funções, e os criados do zero, com códigos e mecanismos operacionais próprios.

A maioria dos altcoins busca superar limitações do Bitcoin, como velocidade de transação, consumo energético, privacidade ou versatilidade. Cada altcoin possui proposta de valor própria, diferenciando-se do Bitcoin e das demais criptomoedas.

Tipos de Altcoins: De Stablecoins e Utility Tokens a Memecoins

O universo dos altcoins é altamente diversificado, com várias categorias que atendem a diferentes demandas dentro do ecossistema cripto.

Stablecoins foram desenvolvidas para minimizar a volatilidade, atrelando seu valor a ativos estáveis como o dólar americano ou ouro. Destaques como USDC, USDT (Tether) e DAI buscam manter valor constante, sendo úteis para transações cotidianas ou proteção durante períodos de alta volatilidade.

Utility tokens dão acesso a serviços dentro de uma blockchain específica, atuando como chaves digitais para desbloquear funcionalidades em plataformas. Exemplos incluem XRP, voltado para transferências internacionais, e MATIC, que reduz taxas na rede Polygon.

Payment tokens são projetados para servir como meio eficiente de troca de valor, priorizando agilidade nas transações e taxas baixas.

Governance tokens concedem direito de voto aos detentores em decisões de projetos blockchain. Participantes influenciam mudanças no protocolo, como acionistas em empresas. Maker (MKR) é referência, permitindo votação sobre operações da MakerDAO.

Security tokens representam propriedade sobre ativos externos, como ações, imóveis ou outros investimentos, estando sujeitos à regulação de valores mobiliários.

Memecoins nasceram como sátiras ou comentários sociais, mas cresceram com o apoio de comunidades. Dogecoin (DOGE) e Shiba Inu (SHIB) são exemplos que evoluíram de memes para grandes redes de usuários. Geralmente, possuem oferta elevada ou ilimitada e preços unitários baixos.

Play-to-Earn tokens impulsionam jogos blockchain, onde usuários ganham recompensas em criptomoedas por jogarem. O Axie Infinity é referência, permitindo criar, treinar e batalhar com criaturas enquanto acumulam tokens.

Os 10 Altcoins Líderes em 2025: Principais Moedas e Seus Usos

Apesar da grande quantidade de altcoins, apenas alguns se consolidaram como líderes do mercado, graças à utilidade, adoção e capitalização. São os altcoins mais relevantes do momento.

Ethereum (ETH) é o maior altcoin, com capitalização próxima de US$440 bilhões. Diferente do Bitcoin, que atua como moeda digital, Ethereum introduziu os “smart contracts”, que executam automaticamente tarefas conforme condições específicas, permitindo milhares de aplicações, de finanças a jogos e arte digital.

XRP, desenvolvido pela Ripple Labs, facilita transferências internacionais rápidas e de baixo custo, com foco em instituições financeiras, oferecendo alternativa ao sistema bancário tradicional como o SWIFT.

Solana (SOL) se destaca pela rapidez e baixas tarifas, processando milhares de transações por segundo, ideal para aplicações de alto desempenho como plataformas de negociação e games.

Cardano (ADA) adota uma abordagem baseada em pesquisa para o desenvolvimento de blockchain, priorizando segurança e sustentabilidade, com consenso proof-of-stake de baixo consumo energético.

Litecoin (LTC), chamado de “prata em relação ao ouro do Bitcoin”, foi criado em 2011 e oferece confirmações mais rápidas e algoritmo de hash diferenciado. Com histórico sólido, é popular para pagamentos diários devido às taxas baixas e grande aceitação.

Dogecoin (DOGE) surgiu como meme, mas tornou-se uma das criptomoedas mais reconhecidas, com comunidade engajada e destaque global. Preço acessível e oferta infinita impulsionam seu uso em pequenas transações online.

Tether (USDT), maior stablecoin em capitalização, mantém valor atrelado ao dólar. Cada USDT é respaldado por reservas que garantem a paridade de US$1, essencial para quem faz transição entre ativos voláteis e estáveis sem voltar à moeda fiat. Figura entre as criptos de maior volume diário.

USD Coin (USDC) é uma stablecoin regulada e em rápido crescimento, atrelada ao dólar, criada pelo consórcio Centre (Circle e Coinbase), destacando-se pela transparência e auditorias frequentes. É infraestrutura chave para finanças descentralizadas e pagamentos internacionais.

Shiba Inu (SHIB), lançado em 2020 como alternativa ao Dogecoin, rapidamente conquistou enorme apoio comunitário. Inicialmente memecoin, expandiu-se para exchange descentralizada (ShibaSwap), plataforma de NFTs e outras utilidades. O preço baixíssimo por token permite que investidores acumulem milhões ou bilhões de unidades.

Uniswap (UNI) revolucionou a negociação cripto com o modelo automatizado de market maker. Uma das maiores exchanges descentralizadas, permite trocas diretas entre wallets, sem intermediários, e detentores de UNI participam das decisões de governança do protocolo.

Cada altcoin oferece benefícios e funcionalidades próprias em relação ao Bitcoin, atendendo nichos e demandas específicas do mercado.

Dominância e Capitalização de Altcoins: Métricas-Chave para Investidores

Para investir em altcoins de forma consciente, é fundamental conhecer duas métricas essenciais: dominância dos altcoins e capitalização de mercado.

Dominância dos altcoins corresponde ao percentual do valor total do mercado cripto representado pelos altcoins somados. O cálculo é:

Dominância dos Altcoins = (Capitalização Total do Mercado Cripto – Capitalização do Bitcoin) / Capitalização Total do Mercado Cripto × 100%

Com a queda da dominância do Bitcoin, a dos altcoins sobe, indicando migração de capital para alternativas.

O gráfico de dominância dos altcoins é importante para identificar tendências. Quando o índice supera 55%, geralmente sinaliza “altseason”, ou seja, período de desempenho superior dos altcoins frente ao Bitcoin. Já a queda indica mercado focado no Bitcoin.

Historicamente, a dominância dos altcoins atingiu máximas entre 2017-2018 (quase 67%) e em 2021 (cerca de 60%), coincidindo com altas expressivas de preços.

Capitalização de mercado dos altcoins corresponde ao valor total dos altcoins em circulação, obtido pela multiplicação do preço de cada moeda pela oferta circulante, excluindo o Bitcoin.

No fim de 2025, a capitalização dos altcoins representa cerca de 55% do valor total do mercado cripto.

Gráficos de capitalização dos altcoins mostram tendências relevantes: crescimento sustentado sinaliza interesse duradouro no segmento, picos abruptos podem indicar especulação ou bolhas. Comparações individuais revelam importância relativa e adoção.

Investidores acompanham a relação entre a capitalização do Bitcoin e a dos altcoins para identificar rotações de capital. Quando há migração de recursos para os altcoins, o segmento costuma se valorizar.

Índice Altseason: Quando e Por Que os Altcoins Superam o Bitcoin

No universo cripto, o fenômeno chamado “altseason” representa ciclos em que os altcoins superam o desempenho do Bitcoin, com valorizações intensas em poucos dias ou semanas.

Os gatilhos da altseason ocorrem normalmente após o Bitcoin se valorizar fortemente e estabilizar. Investidores buscando retornos maiores migram recursos para altcoins, reduzindo a dominância do Bitcoin e elevando preços das alternativas.

O Índice Altseason auxilia na identificação do ciclo, considerando desempenho relativo dos altcoins frente ao Bitcoin e a dominância do Bitcoin. Queda da fatia do Bitcoin indica entrada de capital nos altcoins. Maior volume negociado e interesse nas redes sociais também antecipam o início da altseason.

Altseasons históricas marcantes incluem o ciclo 2017-2018, quando a dominância do Bitcoin caiu de 86,3% para 38,69%, e o ciclo 2020-2021, impulsionado pela pandemia e entrada de investidores de varejo em memecoins e NFTs.

A duração da altseason varia de semanas a meses, conforme cenário de mercado, sentimento dos investidores e fatores econômicos. Os ciclos podem encerrar tão rapidamente quanto começam, com quedas bruscas de preços.

Investir em Altcoins: Benefícios Potenciais e Riscos

Como todo investimento, altcoins apresentam vantagens e riscos que exigem análise criteriosa.

Vantagens dos altcoins estão nas inovações técnicas, superando limitações do Bitcoin como velocidade, consumo energético e funcionalidades específicas.

O potencial de crescimento é outro destaque. Como altcoins têm capitalização menor que o Bitcoin, podem gerar retornos percentuais mais elevados. Investimentos de US$1.000 em altcoins menores podem multiplicar significativamente mais do que no Bitcoin.

A diversidade de opções permite investir em projetos alinhados a diferentes tecnologias, setores e problemas. Muitos altcoins vão além da reserva de valor, servindo de base para aplicações descentralizadas ou conferindo direitos de governança.

Desvantagens incluem maior risco. Altcoins são mais voláteis e sujeitos a fracasso total do projeto, especialmente os menores.

A volatilidade pode chegar a 20-30% em um só dia, dificultando o timing das operações.

Muitos altcoins têm baixo volume de negociação, dificultando transações de grandes valores. A insegurança regulatória permanece, podendo impactar especialmente ativos classificados como valores mobiliários.

O setor também é alvo frequente de fraudes e projetos mal-sucedidos. Sem pesquisa adequada, investidores podem cair em esquemas de pump-and-dump ou perder recursos em iniciativas que não entregam resultados.

Como Avaliar Altcoins: Estrutura para Pesquisa de Projetos Cripto

Diante dos riscos, é indispensável pesquisar antes de investir em altcoins. Avalie o propósito do projeto e o problema que resolve. Pergunte se há demanda real ou se está atacando um problema inexistente. Compare com soluções já existentes, dentro e fora do cripto.

Avaliação da equipe envolve checar experiência, transparência e histórico dos desenvolvedores. Verifique se já entregaram projetos relevantes e quantos atuam ativamente.

Análise do white paper é fundamental. Busque explicações técnicas claras, roadmap definido com prazos realistas, tokenomics transparente e cuidado com descrições vagas ou promessas irreais.

Análise de tokenomics: entenda oferta total, métodos de distribuição, mecanismos de controle inflacionário e períodos de bloqueio dos tokens da equipe.

Métricas de mercado incluem capitalização, liquidez, volume negociado e histórico de preços.

Verificação de comunidade e adoção inclui engajamento em redes sociais, parcerias, uso real e comunicação do projeto.

Segurança e auditorias requerem análise de auditorias realizadas, histórico de brechas de segurança e grau de descentralização.

Esse exame detalhado permite decisões mais assertivas sobre onde investir e quais projetos evitar.

Wallets para Altcoins: Protegendo Seus Investimentos

Armazenar altcoins corretamente é fundamental para proteger os ativos. Cada opção oferece nível de segurança e praticidade diferentes.

Hardware wallets (armazenamento frio) são dispositivos físicos que guardam chaves privadas offline, como Ledger, Trezor e Tangem. Oferecem máxima segurança, ideais para grandes valores, protegem contra ataques online e custam de US$50 a US$200.

Software wallets incluem apps de desktop (Exodus, Electrum), mobile (Trust Wallet, MetaMask) e web (extensões MetaMask). São mais práticas que as hardware wallets, mas menos seguras.

Exchange wallets permitem armazenamento diretamente nas plataformas, oferecendo conveniência, mas pouca segurança. São recomendadas apenas para pequenas quantias ou armazenamento temporário, pois as chaves privadas ficam sob controle da exchange.

Paper wallets são documentos físicos com as chaves privadas, oferecendo armazenamento offline seguro quando criados corretamente, mas são pouco práticos e não recomendados para iniciantes.

Práticas essenciais de segurança incluem: nunca compartilhar chaves privadas ou frases de recuperação; registrar frases em papel e guardar em local seguro; usar senhas fortes e exclusivas; ativar autenticação em dois fatores via aplicativos; usar wallets distintas para operações recorrentes e armazenamento de longo prazo; manter softwares atualizados; evitar phishing; considerar dispositivo dedicado para cripto; fazer backups conforme recomendação; e movimentar valores altos apenas após testar com pequenas transações.

No universo cripto: “Se as chaves não são suas, as moedas não são suas.” Proteger altcoins é responsabilidade do investidor.

Conclusão

O mercado de altcoins evolui desde 2011. Com a maturação do setor, projetos com utilidade real tendem a prosperar, enquanto outros desaparecem. Iniciantes devem investir com pesquisa detalhada, gestão de riscos e compreensão dos fundamentos. Métricas como dominância dos altcoins ajudam a identificar tendências e oportunidades. Avaliando propósito, equipe, white paper, tokenomics, métricas de mercado, comunidade e segurança, o investidor toma decisões mais embasadas. O segmento oferece grandes oportunidades e riscos. Sucesso exige paciência, disciplina e aprendizado constante sobre esse mercado dinâmico.

FAQ

Quais são os 10 altcoins mais relevantes?

Os altcoins líderes em valor de mercado geralmente incluem Ethereum, BNB, XRP, Solana, ADA, Dogecoin, Polkadot, AVAX, LINK e Sui. As posições variam conforme o mercado e volume de negociação. Consulte dados atualizados para rankings em tempo real.

Qual criptomoeda pode multiplicar 1000 vezes?

Altcoins em estágio inicial, com fundamentos sólidos, tecnologia inovadora e adoção crescente, têm maior potencial de valorização. Projetos que resolvem problemas reais em DeFi, infraestrutura Web3 ou setores emergentes costumam apresentar retornos explosivos em ciclos de alta. Pesquise tokenomics, equipe e engajamento da comunidade antes de investir.

Quais altcoins têm potencial de explosão?

Altcoins promissoras incluem soluções de camada 2, tokens de IA e protocolos DeFi consolidados com alto volume e crescimento do ecossistema. Projetos com utilidade real, desenvolvimento ativo e adoção crescente tendem a apresentar crescimento explosivo em mercados de alta.

XRP é um altcoin?

Sim, XRP é classificado como altcoin. É o token nativo do XRP Ledger, desenvolvido pela Ripple Labs, funcionando como ativo de ponte para pagamentos internacionais e liquidações globais.

Quais são os riscos de investir em altcoins?

Altcoins apresentam alta volatilidade, riscos de liquidez e insegurança regulatória. Muitos projetos não têm fundamentos sólidos. Manipulação de mercado, vulnerabilidades de segurança e perda total do investimento são riscos recorrentes. Pesquise antes de investir.

Como escolher altcoins para investir?

Priorize fundamentos como tecnologia, equipe e casos de uso. Analise volume negociado, capitalização de mercado e engajamento da comunidade. Revise tokenomics e progresso do roadmap. Compare com concorrentes do setor para identificar diferenciais.

Qual a diferença entre altcoins e Bitcoin?

O Bitcoin é a primeira criptomoeda e a maior em valor de mercado, criada em 2009. Altcoins são alternativas lançadas depois, com diferentes recursos, tecnologias ou casos de uso, e geralmente apresentam maior volatilidade e potencial de inovação.

* As informações não pretendem ser e não constituem aconselhamento financeiro ou qualquer outra recomendação de qualquer tipo oferecida ou endossada pela Gate.

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Compreendendo Altcoins: Definição e Diferenças em Relação ao Bitcoin

Tipos de Altcoins: De Stablecoins e Utility Tokens a Memecoins

Os 10 Altcoins Líderes em 2025: Principais Moedas e Seus Usos

Dominância e Capitalização de Altcoins: Métricas-Chave para Investidores

Índice Altseason: Quando e Por Que os Altcoins Superam o Bitcoin

Investir em Altcoins: Benefícios Potenciais e Riscos

Como Avaliar Altcoins: Estrutura para Pesquisa de Projetos Cripto

Wallets para Altcoins: Protegendo Seus Investimentos

Conclusão

FAQ

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