

MetaMask é uma das carteiras de criptomoedas mais populares, permitindo armazenamento, gerenciamento e interação seguros com Ethereum e outros ativos compatíveis. Disponível como extensão para navegadores como Google Chrome e Firefox, proporciona integração direta com redes blockchain. Entre seus recursos mais avançados está a conexão com múltiplas redes, incluindo Ethereum, exchanges centralizadas e a crescente rede Polygon.
A Polygon consolidou-se como solução Layer 2 de destaque, oferecendo taxas muito mais baixas e confirmações de transação rápidas, sem comprometer a compatibilidade com aplicações Ethereum. Este tutorial detalhado orienta desde o entendimento da arquitetura da rede até as melhores práticas para uso seguro. Ao seguir o passo a passo, você domina como aproveitar os recursos avançados da Polygon no MetaMask, com atenção à configuração correta do chain id da mainnet.
Antes chamada de Matic, a Polygon é uma solução Layer 2 sofisticada criada para superar limitações de escalabilidade do Ethereum. Trata-se de um framework para construir e conectar redes blockchain compatíveis, ampliando as funcionalidades do ecossistema Ethereum.
Na essência, Polygon é um sistema multichain que viabiliza redes blockchain interligadas. Desenvolvedores podem construir soluções personalizadas compatíveis com Ethereum e com desempenho superior. Seu consenso Proof of Stake reduz drasticamente o processamento necessário para validar transações, diferentemente do Proof of Work tradicional do Ethereum. O chain id da mainnet Polygon é elemento essencial para configuração adequada.
O design do framework privilegia interoperabilidade total com a Ethereum mainnet, garantindo infraestrutura para transações rápidas e econômicas. Essa abordagem dual permite ao usuário aproveitar o desempenho da Polygon sem perder acesso ao ecossistema robusto de dApps e contratos inteligentes Ethereum.
Polygon oferece benefícios expressivos, atraindo desenvolvedores e usuários. O principal é processar transações com velocidade excepcional e custo mínimo. O Proof of Stake reduz requisitos computacionais, acelerando confirmações em relação à Ethereum mainnet. Isso se traduz em taxas baixíssimas, frequentemente inferiores a centavos, enquanto no Ethereum o gas pode ser proibitivo.
A interoperabilidade é um diferencial da Polygon. Com suporte ao Ethereum Virtual Machine (EVM), há plena integração com dApps e contratos inteligentes Ethereum. Desenvolvedores migram aplicações para Polygon com poucos ajustes e usuários interagem com dApps conhecidos em ambiente mais barato. A arquitetura Polygon também permite interoperabilidade entre redes e grandes plataformas, facilitando transferência de ativos entre diferentes ecossistemas.
As soluções de escalabilidade trazem ganhos adicionais. Ao contrário de sidechains que exigem migração de ativos, Polygon permite que usuários mantenham seus ativos no Ethereum e aproveitem o desempenho superior da rede. Esse modelo une segurança e eficiência, oferecendo o melhor dos dois mundos.
A arquitetura flexível da Polygon é inovação em design blockchain. Em vez de uma rede única, Polygon permite criar diversas redes interligadas, cada uma otimizada para usos específicos, como jogos, DeFi ou NFTs, mantendo interoperabilidade entre elas e com a Ethereum mainnet. Essa flexibilidade permite otimização sem comprometer a conectividade.
Adicionar a Polygon ao MetaMask é simples e começa com a instalação da extensão no navegador. Baixe e instale o MetaMask no Chrome, Firefox ou Brave pelo site oficial. Clique no botão de download, selecione seu navegador e siga as instruções. Após instalar, acesse o MetaMask pelo ícone na barra de ferramentas.
Para novos usuários, crie uma carteira no MetaMask clicando em "Começar" e escolha criar nova ou importar existente. Na criação, defina senha segura e guarde a frase-semente em local protegido — ela é vital para recuperação da carteira. Se importar, insira a frase-semente ou chave privada. Assim, seus ativos ficam acessíveis via MetaMask.
Antes de configurar a rede, familiarize-se com a interface MetaMask. Ela exibe saldo, opções de seleção de rede, botões para enviar/comprar ativos e realizar swaps. O histórico fica na seção de atividades, e configurações permitem gerenciar segurança e conta. O recurso de importação de tokens permite adicionar ativos personalizados, útil para trabalhar com Polygon.
Para adicionar Polygon, clique no ícone MetaMask, acesse o menu suspenso de redes (normalmente "Ethereum Mainnet") e selecione "Adicionar Rede" ou "RPC Personalizado". Na tela de configuração, insira: Nome da Rede: "Polygon Mainnet", Novo URL RPC: "https://polygon-rpc.com/", Chain ID: "137" (chain id da mainnet), Símbolo: "MATIC", Block Explorer opcional: "https://polygonscan.com/". O chain id 137 é fundamental para o roteamento correto das transações. Clique em "Salvar" ou "Aprovar" para concluir.
Com Polygon adicionada, alterne entre Ethereum e Polygon pelo menu de redes. A interface será atualizada para mostrar ativos e transações referentes à rede. Para adicionar tokens Polygon, vá ao final da interface, clique em "Importar Tokens" e insira o endereço do contrato do token, disponível no PolygonScan. O MetaMask preencherá símbolo e decimais; clique em "Adicionar Token Personalizado" para finalizar e visualizar o ativo na carteira.
Polygon reúne funcionalidades que solucionam desafios críticos do blockchain. Velocidade e eficiência de custos são destaque. O Proof of Stake reduz drasticamente o consumo computacional, permitindo processamento muito mais rápido que a Ethereum mainnet e taxas medidas em frações de centavo — ideal para microtransações e interações frequentes que seriam inviáveis no Ethereum.
A interoperabilidade garante experiência fluida para quem transita entre Ethereum e outras plataformas. Ao suportar EVM, Polygon permite rodar contratos e dApps Ethereum sem grandes ajustes, conectando também com outras redes e exchanges, facilitando a movimentação de ativos entre ecossistemas. Esse potencial cross-chain viabiliza arbitragem, liquidez multichain e desenvolvimento de aplicações em várias redes. O chain id da mainnet Polygon é o identificador que torna isso possível.
Escalabilidade é pilar da Polygon. Como Layer 2, oferece camada adicional de processamento, escalando o throughput sem abrir mão da segurança garantida pela Ethereum. O modelo multichain permite criar redes especializadas, seja para jogos, DeFi ou NFTs, otimizando aplicações conforme suas necessidades.
A segurança é assegurada por arquitetura descentralizada e validação via staking, tornando ataques economicamente inviáveis. Checkpoints regulares para a Ethereum mainnet fornecem camada extra de proteção, combinando a agilidade do Layer 2 com a robustez do consenso Ethereum.
A Polygon suporta ampla diversidade de aplicações. No DeFi, destacam-se protocolos de empréstimos como Aave e exchanges como QuickSwap e SushiSwap, que permitem negociação de tokens com taxas ínfimas e mínima slippage. Plataformas de yield farming aproveitam os baixos custos para tornar pequenos investimentos viáveis, democratizando renda passiva.
No universo NFT, Polygon viabiliza emissão e transferência de tokens com taxas baixas, sendo ideal para artistas, colecionadores e criadores. Marketplaces como OpenSea já suportam Polygon, facilitando compra, venda e criação de arte digital com acesso ampliado e experiência ágil.
Jogos blockchain exploram o desempenho da rede para criar experiências play-to-earn, card games e RPGs com transações frequentes e micropagamentos. Jogos como Decentraland e The Sandbox usam Polygon para economias virtuais, garantindo negociações rápidas e custo reduzido — essencial para retenção de jogadores.
Com interoperabilidade cross-chain, é possível gerenciar ativos entre diferentes redes, realizar arbitragem e diversificação de portfólio. O chain id da Polygon mainnet garante roteamento correto das transações multichain.
Aplicativos descentralizados de diversos setores — redes sociais, marketplaces, mercados de previsão e governança — aproveitam o baixo custo, velocidade e compatibilidade Ethereum da Polygon para inovar em propostas que seriam inviáveis em redes mais caras.
Para navegar com segurança e eficiência na Polygon via MetaMask, siga práticas essenciais: antes de qualquer transação, confirme que está conectado à "Polygon Mainnet" e verifique o chain id (137). Isso evita envio de transações para redes erradas, protegendo seus ativos. Checar o chain id antes de cada operação é medida simples e crucial.
Mesmo na Polygon, monitore os preços de gas, pois podem variar conforme demanda. Embora as taxas sejam baixas, ajuste os parâmetros conforme necessidade e espere momentos de menor atividade se não houver urgência. Compreender a relação entre preço do gas, prioridade e tempo de confirmação ajuda a otimizar transações.
Priorize segurança: utilize apenas carteiras e aplicativos reconhecidos, valide endereços de contratos, desconfie de tentativas de phishing e nunca compartilhe frase-semente ou chaves privadas. Atenção a solicitações suspeitas é fundamental.
Adicione tokens personalizados à carteira para facilitar rastreamento de saldos e operações. Guarde endereços de contratos de tokens utilizados e sempre os valide em fontes oficiais ou PolygonScan.
Para grandes volumes, integre uma carteira hardware como Ledger ou Trezor ao MetaMask, mantendo chaves offline e protegidas. Essa combinação oferece conveniência e segurança adicional para ativos relevantes.
Mantenha-se atualizado sobre novidades do ecossistema seguindo canais oficiais, fóruns e newsletters. O blockchain evolui rapidamente e acompanhar tendências e práticas recomendadas protege seus investimentos e amplia oportunidades.
Integrar a Polygon ao MetaMask é passo estratégico para acessar uma experiência blockchain mais econômica, rápida e segura, sem perder o acesso ao ecossistema Ethereum. Este guia abordou desde fundamentos da arquitetura Layer 2 e Proof of Stake até instruções detalhadas, garantindo que qualquer usuário configure corretamente o chain id da Polygon mainnet.
Os benefícios da Polygon são claros: redução drástica de custos, confirmações ágeis, compatibilidade com aplicações Ethereum e acesso a um ecossistema rico em DeFi, NFTs, jogos e dApps. Isso democratiza o uso da tecnologia blockchain, tornando viável a participação em atividades antes restritas pelos altos custos. Configurar corretamente o chain id (137) assegura conectividade perfeita à rede.
Ao adotar as boas práticas deste guia — conferindo rede e chain id, monitorando gas, escolhendo aplicativos confiáveis, integrando segurança de hardware e acompanhando novidades — você garante experiência segura e eficiente com Polygon e MetaMask. Juntas, essas ferramentas ampliam sua gestão de ativos e abrem novas oportunidades de investimento e interação no universo descentralizado.
Com o amadurecimento do blockchain, soluções escaláveis e amigáveis como Polygon ganham protagonismo. Seja no DeFi, NFT, jogos ou para quem busca explorar criptomoedas sem barreiras, adicionar Polygon ao MetaMask cria base para uma jornada acessível e eficiente. O domínio das práticas e detalhes apresentados aqui — como a importância do chain id na configuração — posiciona você para aproveitar ao máximo tudo que a Polygon oferece, fortalecendo sua atuação em um dos setores mais dinâmicos do mercado blockchain.
O chain id da Polygon (Polygon Mainnet) é 137. Esse identificador é utilizado para conectar e interagir com a rede.
O chain id 31337 corresponde à Hardhat Network, ambiente local para desenvolvimento e testes Ethereum. Não é utilizado na rede principal.
Abra o MetaMask, acesse o menu de redes, clique em 'Adicionar Rede', selecione Polygon Mainnet entre as populares ou insira dados do RPC personalizado e clique em 'Salvar'. Certifique-se de ter MATIC para transações.
Consulte o chain id em ChainList.org ou nas configurações de rede da carteira. Para Polygon mainnet, o chain id é 137.





