

A adoção de criptomoedas segue avançando na América Latina, impulsionada por diferentes fatores sociais e econômicos. Este artigo analisa os cinco países líderes da região em adoção de criptoativos, destacando suas particularidades e os fatores que favorecem o crescimento dos ativos digitais em cada nação.
O Brasil, maior economia da América do Sul, registra forte adesão à tecnologia blockchain e às criptomoedas. O país mantém a liderança regional em adoção de criptoativos.
Os fatores que impulsionam o avanço dos criptoativos no Brasil incluem:
Apesar de desafios como mudanças regulatórias constantes e competição com o sistema bancário tradicional, o mercado cripto brasileiro se mostra resiliente, com potencial de expansão sustentável.
A Argentina passou por transformações significativas no cenário das criptomoedas, com políticas que evoluíram para acomodar ativos digitais.
Entre os fatores que estimulam o crescimento cripto no país estão:
As políticas e regulamentações do governo trazem oportunidades para ampliação da adoção, embora a volatilidade siga sendo uma preocupação para parte dos usuários.
A Colômbia mantém posição de destaque na adoção de criptoativos, com parte relevante das operações realizadas por meio de exchanges variadas.
Os principais fatores que alavancam o mercado cripto colombiano incluem:
O ambiente favorável e a base ativa de negociadores sugerem um cenário promissor para a expansão dos ativos digitais no país.
O México segue trajetórias únicas para a adoção de criptoativos, consolidando sua posição como protagonista regional.
Os fatores que impulsionam o setor cripto mexicano incluem:
O crescimento do e-commerce e o avanço dos pagamentos digitais ampliam as oportunidades para adoção de criptomoedas no país.
A Venezuela permanece na linha de frente da adoção de criptoativos na América Latina, motivada por desafios econômicos recorrentes.
Os principais fatores que fortalecem a adoção de criptoativos na Venezuela incluem:
Apesar da incerteza regulatória, a população venezuelana mostra disposição para adotar criptoativos como proteção contra a inflação e instrumento de preservação de patrimônio.
A América Latina apresenta um ambiente diversificado para a adoção de criptomoedas, com cada país enfrentando desafios e oportunidades específicos. Enquanto a instabilidade econômica e a necessidade de inclusão financeira impulsionam a adoção em alguns mercados, outros se beneficiam de regulação favorável e parcerias estratégicas. Com a evolução do setor cripto, esses cinco países tendem a desempenhar papéis centrais na consolidação dos ativos digitais na região, tornando-se referência para outros mercados emergentes globalmente.
El Salvador é o principal país da América do Sul a utilizar Bitcoin como moeda de curso legal desde 2021. Argentina e Venezuela também registram altos índices de adoção em transações e investimentos com Bitcoin.
Em 2025, El Salvador detém cerca de 2.800 bitcoins, avaliados em torno de US$140 milhões. O país mantém a estratégia de acumular Bitcoin desde sua adoção como moeda legal em 2021.
El Salvador foi o primeiro país da América do Sul a adotar o Bitcoin como moeda oficial em 2021, adquirindo volume expressivo para suas reservas nacionais.
Os Estados Unidos provavelmente possuem a maior quantidade de Bitcoin, seguidos de China e Alemanha. No entanto, os números exatos são difíceis de apontar devido à natureza pseudônima da posse de Bitcoin.





