

A adoção de uma política monetária mais flexível pelo Federal Reserve em 2025 gerou um forte impulso no mercado de criptomoedas, abrindo espaço para oportunidades inéditas de inovação e participação institucional. Com a estabilização das taxas de juros em patamares mais baixos e a redução das preocupações inflacionárias, instituições financeiras tradicionais passaram a revisar suas estratégias de ativos digitais com maior confiança.
Esse cenário dovish favorece diretamente projetos de infraestrutura blockchain que conectam o sistema financeiro tradicional a ecossistemas descentralizados. Plataformas institucionais focadas em conformidade e escalabilidade vêm atraindo mais interesse, sobretudo aquelas que possibilitam a tokenização de ativos reais e a liquidação internacional. O blockchain Rayls ilustra essa tendência, tendo firmado parcerias para implementação junto às maiores infraestruturas de mercado financeiro. A Núclea, principal FMI de pagamentos do Brasil, já tokeniza mais de 10.000 recebíveis comerciais por semana na Rayls, com liquidações que ultrapassam US$ 50 milhões até o momento.
O ambiente de juros reduzidos diminui o custo de oportunidade para alocação de capital em novas tecnologias financeiras. Bancos e gestores de ativos reconhecem cada vez mais a eficiência do blockchain em liquidação e atendimento regulatório. A escolha da Rayls pelo Banco Central do Brasil para o piloto do DREX (CBDC) evidencia como condições monetárias mais brandas incentivam bancos centrais a explorar infraestrutura tokenizada em larga escala.
Com custos de financiamento mais baixos, fintechs conseguem desenvolver aplicações avançadas em redes blockchain reguladas. Essa eficiência de capital viabiliza o surgimento de títulos tokenizados, plataformas de recebíveis e mecanismos de liquidação programáveis, antes inviáveis em cenários de juros elevados. A convergência entre política dovish e infraestrutura blockchain institucional faz de 2025 um ano transformador para as finanças tradicionais nos mercados descentralizados.
Com a inflação estabilizada em 2,1%, o mercado de criptomoedas observa uma mudança expressiva no comportamento dos investidores e nos padrões de adoção institucional. Esse patamar moderado cria um ambiente propício para a demanda por ativos digitais, evitando tanto pressões inflacionárias excessivas quanto riscos deflacionários que poderiam afetar a estabilidade dos mercados financeiros.
Nesse cenário de inflação de 2,1%, ativos tradicionais perdem atratividade em relação ao histórico, motivando investidores a diversificar para alternativas como criptomoedas. Esse ponto de equilíbrio incentiva instituições a buscar infraestrutura blockchain para tokenização de ativos reais e soluções de liquidação de padrão institucional. A estabilidade inflacionária está diretamente relacionada ao aumento da confiança em investimentos cripto de longo prazo, acompanhando o avanço da clareza regulatória e da previsibilidade econômica.
O setor institucional mostra-se especialmente sensível à estabilidade da inflação. Provedores de infraestrutura como Rayls, que viabilizam liquidação de ativos tokenizados e soluções de blockchain em conformidade, ganham maior adoção nessas fases. Com US$ 50 milhões em recebíveis institucionais já liquidados por plataformas com tecnologia Rayls e mais de 10.000 recebíveis comerciais tokenizados por semana por grandes infraestruturas de mercado, a tendência confirma a confiança institucional.
Durante a inflação de 2,1%, a demanda por criptomoedas se mantém estável, pois investidores passam a enxergar os ativos digitais como proteção confiável, e não apenas instrumentos especulativos. Esse ambiente moderado elimina o ímpeto de compras motivadas por pânico, mantendo o interesse de investidores sofisticados em busca de rendimento via finanças tokenizadas e desenvolvimento de infraestrutura descentralizada.
O coeficiente de correlação de 0,85 entre o S&P 500 e o Bitcoin revela uma transformação significativa na interação entre ativos tradicionais e digitais. Essa alta correlação indica que o Bitcoin deixou de ser um hedge totalmente descorrelacionado e passou a acompanhar o movimento das ações nos ciclos de mercado.
Essa integração reflete o avanço da participação institucional. Com grandes players financeiros direcionando capital para criptomoedas, o preço do Bitcoin passa a refletir fatores macroeconômicos que também afetam o S&P 500. Decisões sobre juros, inflação e apetite ao risco agora impactam ambas as classes de ativos de forma simultânea. Assim, a premissa de que o Bitcoin oferece diversificação de portfólio foi reduzida.
A tabela abaixo mostra a evolução dessa relação:
| Período | Correlação BTC-SPX | Condição de Mercado |
|---|---|---|
| 2015-2018 | 0,15-0,30 | Fase de baixa integração |
| 2019-2021 | 0,35-0,65 | Alinhamento gradual |
| 2022-2024 | 0,75-0,85 | Fase de alta integração |
Essa convergência traz desafios e oportunidades para os gestores de portfólio. As estratégias de alocação de ativos precisam considerar o menor benefício de diversificação do Bitcoin, ao mesmo tempo em que reconhecem seu papel crescente como classe alternativa integrada ao mercado tradicional. Instituições que utilizam infraestrutura blockchain como a Rayls para liquidação de ativos tokenizados conseguem gerenciar melhor esses movimentos correlacionados, aproveitando maior transparência e execução em tempo real.
RLC (iExec RLC) é um token utilizado na plataforma iExec, especializada em computação em nuvem descentralizada. Ele permite que usuários acessem e monetizem recursos computacionais em um marketplace seguro, baseado em blockchain.
Sim, a Eagle Coin foi oficialmente lançada em 15 de novembro de 2025. Ela já está em negociação ativa no mercado de criptomoedas, com crescente interesse e adesão de investidores.
A moeda RLT é um ativo digital do ecossistema Web3, desenvolvida para aplicações descentralizadas e plataformas baseadas em blockchain. Oferece transações ágeis e taxas reduzidas, promovendo interações digitais e trocas de valor de forma eficiente.
O valor máximo histórico da moeda RLC foi de US$ 16,50, atingido em 17 de abril de 2021.





