

Mais de 70% dos tokens USTC estão nas mãos da comunidade, fator que diferencia de forma decisiva o modelo de governança do Terra Classic dos projetos blockchain convencionais. Essa elevada participação comunitária garante uma base descentralizada para decisões do protocolo e autonomia operacional.
Os detentores comunitários influenciam ativamente o futuro do ecossistema, participando diretamente dos processos de governança. Esse comprometimento coletivo se reflete em ações coordenadas de queima de tokens, com mais de 70 bilhões de LUNC já queimados, reduzindo a oferta circulante e fortalecendo mecanismos de estabilidade de preço. A estratégia deflacionária evidencia o interesse da comunidade na sustentabilidade de longo prazo do ecossistema.
A estrutura de distribuição do token assegura direitos de voto proporcionais, correlacionando a quantidade em staking ao poder de influência nas decisões. Esse alinhamento estimula a participação ativa, superando modelos de governança centralizada e formando uma base de stakeholders engajada.
| Aspecto | Detalhes |
|---|---|
| Posse Comunitária | Mais de 70% do total |
| Participação na Queima de Tokens | Mais de 70 bilhões de LUNC queimados |
| Mecanismo de Governança | Votação baseada em staking |
| Impacto nas Decisões | Comunidade lidera upgrades do protocolo e o desenvolvimento do ecossistema |
Esse modelo de distribuição viabilizou avanços relevantes, como o upgrade v3.5.0, que reativou o Market Module para reforçar mecanismos de estabilidade LUNC-USTC. O foco na participação comunitária consolida o Terra Classic como rede descentralizada, onde os interesses dos participantes influenciam diretamente os resultados operacionais.
A comunidade Terra Classic aprovou a Proposta nº 3568 em setembro de 2024, instituindo formalmente uma taxa de 1,2% sobre todas as operações on-chain de LUNC e USTC. Essa alteração marca uma virada no modelo econômico da rede, promovendo mecanismos sustentáveis por meio da queima automática de tokens.
O sistema opera de forma automática na Terra Classic Network, deduzindo 1,2% de cada transação, sejam transferências entre carteiras ou interações via smart contracts. O volume queimado reduz diretamente os tokens em circulação, apoiando a estabilidade de preço. Após a implementação, mais de 410 bilhões de LUNC foram enviados ao endereço de queima.
Posteriormente, a comunidade ajustou essa taxa por novas propostas de governança. O percentual caiu para 0,2% e se estabilizou em 0,5% a partir de junho de 2025, considerando mudanças econômicas. Os ajustes evidenciam como a governança blockchain permite à comunidade adaptar mecanismos conforme o impacto real e as condições de rede.
A taxa de queima impacta a experiência dos usuários nas exchanges. Ao transferir USTC para ou de plataformas, o valor recebido já vem descontado tanto da taxa de saque da exchange quanto da taxa da rede. Essa estrutura exige que o usuário considere um custo total de aproximadamente 0,5% a 1,7% na movimentação de ativos pelo Terra Classic, reforçando a necessidade de analisar todos os custos antes de executar qualquer transação.
Detentores de USTC participam da governança descentralizada do Terra Classic por meio do staking, que concede poder de voto em propostas do protocolo. Ao fazer staking de USTC, o usuário vota em iniciativas que moldam o futuro do ecossistema. O TerraClassicUSD DAO utiliza o Snapshot como portal de governança, exigindo que o participante possua USTC antes da data do snapshot para garantir elegibilidade de voto e recebimento de dividendos.
O modelo permite delegar poder de voto a representantes, mantendo a posse integral dos USTC e direito aos dividendos. Essa flexibilidade atende a diferentes perfis na comunidade. Propostas como a do Vegas Node para staking de USTC ilustram como membros alavancam seus direitos de governança para ampliar o uso do token e fortalecer o desenvolvimento do ecossistema.
Stakers recebem dividendos de USTC, independentemente dos tokens estarem em contratos de staking ou pools de liquidez, desde que a delegação de voto funcione corretamente. O mecanismo integra participação em governança e remuneração financeira, gerando engajamento comunitário de longo prazo. Segundo as últimas atividades, USTC deixou de ser um stablecoin algorítmico fracassado e tornou-se ativo central de governança, com propostas da comunidade ampliando seu uso prático na DeFi do Terra Classic.
O TerraClassicUSD (USTC) viveu um dos maiores colapsos de preço já vistos no universo cripto. O token, que chegou ao topo de US$119,18 em maio de 2021, caiu para cerca de US$0,012598 em dezembro de 2025, uma queda de 99,99% desde o auge. Essa forte desvalorização evidencia o colapso estrutural do token após o desastre do ecossistema Terra em maio de 2022.
A tabela abaixo mostra a dimensão da queda do USTC em diferentes períodos:
| Período | Preço | Variação desde o ATH |
|---|---|---|
| ATH (maio de 2021) | US$119,18 | Base |
| Preço atual (dezembro de 2025) | US$0,012598 | -99,99% |
| Máxima em 24 horas | US$0,013929 | -99,99% |
| Mínima histórica | US$0,0057459 | -99,9952% |
Analistas de mercado projetam alta volatilidade para o USTC no curto prazo. Para 2025, estimam o token em torno de US$0,028808; previsões para 2026 sugerem possível queda para US$0,018125. As projeções reforçam o clima baixista quanto à recuperação do USTC. O preço extremamente baixo e a oferta circulante de 5,6 bilhões favorecem especulação de curto prazo, em vez de investimentos mais estáveis. Conhecer esse histórico é fundamental para investidores que avaliam a viabilidade do USTC em seus portfólios de criptoativos.
USTC é um criptoativo Web3 desenvolvido na blockchain Solana, reconhecido por alta velocidade e baixo custo de transações. Aproveita a escalabilidade e agilidade da Solana para operações eficientes em finanças descentralizadas.
Sim, há boas chances de o USTC voltar a alcançar US$1. Com o engajamento comunitário e a retomada do mercado, o token pode restabelecer sua paridade em breve.
A recuperação do USTC é incerta. Especialistas avaliam que só haverá retomada significativa após grandes mudanças ou avanços no projeto, possivelmente em anos.
Elon Musk não tem uma criptomoeda oficial. Dogecoin é a moeda mais relacionada a ele por seus apoios públicos, mas não pertence oficialmente ao empresário.




