

As propostas de políticas comerciais do presidente Trump, especialmente as tarifas, têm gerado preocupações sobre o impacto direto na inflação. Segundo projeções recentes do Federal Reserve, essas medidas podem aumentar a inflação em até 0,3 ponto percentual em 2025, com o Fed revisando sua estimativa para 2,8%. O ajuste reflete o receio crescente do efeito das tarifas sobre os preços ao consumidor.
Economistas ressaltam que tarifas funcionam como impostos sobre produtos importados, e o custo acaba sendo repassado ao consumidor. A correlação entre tarifas e inflação se evidencia nos dados abaixo:
| Componente da Política | Impacto Potencial |
|---|---|
| Tarifa universal de 10-20% | Aumento generalizado de preços em bens importados |
| Tarifa de 60% sobre importações da China | Pressão significativa sobre preços de eletrônicos e insumos industriais |
| Tarifas de 25% sobre Canadá/México | Custos maiores para produtos agrícolas e peças automotivas |
Dados econômicos do mandato anterior de Trump reforçam essas preocupações. Entre 2018 e 2019, com as tarifas sobre aço e alumínio, o Federal Reserve respondeu cortando juros para lidar com a incerteza causada pelas tensões comerciais.
Mesmo que apoiadores afirmem que as tarifas fortalecem a indústria nacional, o impacto inflacionário de curto prazo é um desafio relevante para a política monetária. A tarifa efetiva sobre bens de consumo já cresceu 11 pontos percentuais desde janeiro de 2025, pressionando os índices de inflação em diferentes setores da economia.
As tarifas anunciadas por Trump em 2025 trouxeram forte instabilidade às cadeias de suprimentos globais, com impactos econômicos significativos que remetem a episódios históricos. A partir de 4 de junho de 2025, foi aplicada uma tarifa universal de 10% à maioria das importações, além do aumento das tarifas para 50% sobre bens vindos de diversos países, com o Reino Unido mantido em 25%.
Os aumentos tarifários já estão afetando o comércio internacional de forma tangível. Os custos de produção subiram de forma acentuada, pois fabricantes absorvem preços mais altos de insumos e componentes. Muitas empresas estão transferindo operações industriais, o que gera desafios logísticos e interrupções temporárias na produção.
O impacto econômico varia conforme o setor e a região:
| Setor | Aumento de Custo | Impacto na Cadeia de Suprimentos |
|---|---|---|
| Automotivo | 15-20% | Escassez grave de peças, atrasos na produção |
| Eletrônicos | 10-15% | Falta de componentes, prazos de entrega estendidos |
| Bens de consumo | 8-12% | Estoque excedente, gargalos logísticos no transporte |
Dados históricos mostram que grandes ações tarifárias costumam estar associadas a recessões. As tarifas elevadas do final dos anos 2010 e início dos anos 2020 elevaram os preços ao consumidor e reduziram o poder de compra, contribuindo para recessões regionais. Com as tarifas de 2025 atingindo mais produtos e taxas superiores, economistas alertam para o risco de uma recessão mais ampla, à medida que a produção desacelera e a confiança do consumidor diminui diante do aumento dos preços de itens essenciais.
Projeções econômicas apontam que a incerteza em torno das políticas de Trump deve afetar fortemente o crescimento do PIB dos EUA. Segundo a última estimativa, o crescimento do PIB americano deve cair para 1,8% em 2025, ante 2,8% em 2024, uma redução de 1 ponto percentual devido à indefinição das políticas.
Essa desaceleração decorre principalmente da imprevisibilidade na aplicação das tarifas e de preocupações mais amplas com a política econômica. Indicadores de mercado refletem esse quadro:
| Indicador Econômico | 2024 | 2025 (Projetado) | Variação |
|---|---|---|---|
| Taxa de crescimento do PIB | 2,8% | 1,8% | -1,0% |
| Valor do dólar americano | Base | Desvalorizando | Negativo |
| Investimento empresarial | Forte | Enfraquecido | Negativo |
Estudos mostram que a incerteza das políticas econômicas durante a era Trump afetou negativamente investimentos e hábitos de consumo, principalmente no setor de importação e exportação, onde dúvidas sobre tarifas aumentaram a volatilidade. Por exemplo, no início de 2025, a economia norte-americana teve retração de 0,6%, com empresas antecipando importações antes das novas tarifas.
Apesar desses desafios, a resiliência do consumidor tem ajudado a equilibrar o cenário, como demonstrado pelo forte desempenho no segundo trimestre de 2025, quando o PIB cresceu a uma taxa anualizada de 3,8% — o melhor ritmo desde o terceiro trimestre de 2023. Isso indica que, embora a incerteza política represente um entrave, outros fatores podem compensar parcialmente a desaceleração projetada.
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