

Em plena baixa no mercado de NFTs, Ludovica Rosi e seus cofundadores lançaram a zeroone, uma plataforma inovadora de NFTs que contrariou as expectativas do setor ao conquistar sucesso imediato. Só no primeiro mês, a zeroone apresentou crescimento expressivo na Avalanche C-Chain, com 250 mil mintagens, 150.000 transações e quase 3.000 coleções. O diferencial da zeroone vai além do volume: mais de 50% dos NFTs mintados nesse início foram comprados, evidenciando interesse genuíno dos usuários e geração de valor real. Este case se destaca ainda mais por a zeroone não ser um marketplace NFT tradicional; ela se posiciona como um “motor de distribuição cultural”, impulsionando um novo paradigma para arte digital e criação de conteúdo.
A zeroone nasceu com o propósito de remover as barreiras técnicas que dificultam a adoção em larga escala de plataformas NFT. O projeto alcança isso por meio de recursos centrais que tornam a experiência do usuário direta e acessível. É possível criar uma carteira apenas com e-mail ou conectar uma carteira Web3 já existente, para quem domina blockchain. A criação de contratos é feita com um clique e os criadores customizam royalties antes do mint, também em apenas um clique. O processo de coleta é igualmente simples, em uma única etapa. Em uma iniciativa inovadora, a zeroone cobre até mesmo as baixas taxas de transação da Avalanche, tornando a coleta totalmente gratuita. Mintar, também, não tem custo. Como resume Ludovica: “Nossa proposta é abstrair toda a complexidade cripto e apresentar uma plataforma direta, para todos participarem do movimento. Queremos ser a porta de entrada do Web2 para o Web3”. Essa visão representa uma mudança profunda sobre como zeroone e plataformas similares podem conectar o público tradicional da web ao universo blockchain.
A zeroone traz funcionalidades inovadoras que priorizam criadores autênticos e apreciadores de arte, e não traders especulativos. A plataforma adotou um requisito único: é preciso mintar sua própria arte ou conteúdo antes de colecionar obras de outros. Essa filosofia de “dar antes de receber” muda a dinâmica dos ambientes NFT ao garantir que todos contribuam para o ecossistema cultural. Assim, criadores e colecionadores se misturam em uma comunidade onde todos produzem e consomem conteúdo. Ao exigir esse engajamento, a zeroone incentiva interações autênticas e constrói um ambiente mais sustentável e culturalmente relevante. Essa postura voltada para creators e colecionadores se mostrou acertada, com a zeroone ampliando sua base sólida de coleções e usuários ativos que fortalecem o ecossistema.
Ludovica Rosi, natural de Roma e atuando em Singapura, traz uma perspectiva singular ao universo NFT, moldada por sua paixão por arte e pela experiência no Museum of Crypto Art, ao lado dos cofundadores Colborn Bell e Phil Backus. Fotógrafa autodidata que transforma suas imagens em NFTs, Ludovica conhece na prática os desafios e as aspirações dos criadores independentes. Para ela, as novas gerações de artistas querem mais autonomia e controle sobre suas obras—e a zeroone, como motor de distribuição cultural, viabiliza exatamente essa liberdade. Sua proposta vai além de criar mais uma plataforma NFT: Ludovica quer transformar a forma como artistas e público interagem no digital, empoderando criadores e tornando o ecossistema acessível a apreciadores de arte mesmo sem conhecimento técnico de blockchain.
Antes de lançar a zeroone, Ludovica e o time realizaram um estudo detalhado para escolher a blockchain ideal para a sua visão. A análise levou a uma decisão clara: Avalanche foi a única tecnologia capaz de suportar o produto que imaginavam. Ludovica vê a Avalanche como a blockchain mais inovadora do mercado, com a Ava Labs constantemente ultrapassando limites tecnológicos. “A Avalanche é a única rede que investe em tecnologias de ponta e se arrisca ao explorar o novo”, explica. Ela destaca ainda como a Avalanche entende que cultura impulsiona a tecnologia, e vice-versa. O programa Avaissance da Avalanche Foundation, iniciativa pioneira em arte digital, foi determinante para a missão da zeroone. Essa sinergia entre o foco cultural da zeroone e o potencial tecnológico da Avalanche é fundamental para o sucesso contínuo da plataforma.
O plano da zeroone é aprofundar a integração ao ecossistema Avalanche, migrando para uma Subnet dedicada. Esse passo estratégico marca uma nova fase de evolução, abrindo caminho para um crescimento mais ambicioso. Com a Subnet, a zeroone estará ainda mais preparada para atrair usuários do Web2 que não conhecem blockchain. A migração trará ganhos operacionais expressivos, principalmente em custos. “As Subnets vão reduzir nosso custo por transação e permitir escalabilidade muito maior”, afirma Ludovica. Essa redução viabiliza a manutenção da política de taxas zero para o usuário, mesmo com o crescimento acelerado. A mudança para Subnets reforça o compromisso da zeroone em não apenas acompanhar o universo blockchain, mas em moldá-lo para servir melhor creators e colecionadores.
A zeroone rompe paradigmas ao mostrar que plataformas NFT podem ir além do foco em traders, tornando-se motores culturais centrados em criadores e colecionadores. Com uma estreia de sucesso e resultados expressivos—250 mil mintagens, 150.000 transações e quase 3.000 coleções logo no início—a zeroone prova a força de sua proposta. Com design intuitivo, abstração da complexidade técnica, mintagem e coleta gratuitas, além do requisito inovador de criar antes de colecionar, a zeroone construiu um ecossistema sustentável que prioriza o valor cultural e não a especulação. Fundada por Ludovica Rosi e equipe com experiência no Museum of Crypto Art, e apoiada pela tecnologia de ponta da Avalanche, a zeroone está pronta para crescer mais. A migração planejada para as Subnets da Avalanche vai ampliar a escalabilidade e reduzir custos, tornando a plataforma uma ponte ainda mais eficiente entre Web2 e Web3. Ao quebrar as barreiras entre criadores e colecionadores, a zeroone projeta um futuro promissor para a arte digital e a expressão cultural na era blockchain.
Entre as principais alternativas à ZeroOne estão Swoop, Future Grid e O2 Networks. Essas plataformas oferecem soluções descentralizadas semelhantes e funcionalidades comparáveis para usuários Web3 que buscam diversificação no universo cripto.
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