

O Bitcoin se firmou como referência no universo das criptomoedas, com pesquisas apontando que quase 90% dos norte-americanos já conhecem esse ativo digital. Mesmo com tamanha notoriedade, muitos ainda desconhecem conceitos essenciais do Bitcoin, como o satoshi — a menor fração da moeda. Este artigo detalha o que é o satoshi no contexto do Bitcoin, seu valor e seu papel no ecossistema da criptomoeda.
O satoshi é a menor fração do Bitcoin, equivalente a 0,00000001 BTC. Nomeado em homenagem ao criador pseudônimo do Bitcoin, Satoshi Nakamoto, esse valor não representa uma criptomoeda distinta, e sim a unidade mínima divisível do próprio Bitcoin. Entender o que é satoshi no Bitcoin é indispensável para quem deseja operar com essa moeda digital. A relação entre satoshis e Bitcoin pode ser comparada à dos centavos para o real, mas com uma diferença de escala expressiva: enquanto um real possui 100 centavos, um Bitcoin agrega 100 milhões de satoshis. Assim, no limite máximo de 21 milhões de Bitcoins, existirão apenas 2,1 quatrilhões de satoshis. Assim como o centavo é a menor unidade do real, o satoshi representa o valor mínimo que pode ser transferido na blockchain do Bitcoin.
O valor do satoshi varia conforme o preço de mercado do Bitcoin. Por ser uma fração ínfima, seu valor permanece abaixo de um centavo, oferecendo perspectivas matemáticas relevantes. Para que um satoshi atingisse US$0,01, o preço do Bitcoin deveria alcançar US$1 milhão por unidade. Esse cálculo resulta da divisão do preço do Bitcoin por 100 milhões de satoshis. Por exemplo, com o Bitcoin cotado a US$95.000, cada satoshi vale em torno de US$0,00095 (US$95.000 ÷ 100.000.000). Plataformas online e exchanges oferecem calculadoras de satoshis em tempo real, facilitando a consulta do valor atualizado. Essa característica permite que os satoshis sejam utilizados em microtransações, independentemente da valorização do Bitcoin.
Os satoshis são fundamentais para o funcionamento do ecossistema Bitcoin. Sua subdivisão permite microtransações e garante que o Bitcoin continue viável para compras cotidianas, mesmo diante de valorização expressiva. Essa estrutura faz com que, mesmo com o BTC em alta, os satoshis tornem possíveis pagamentos de pequeno valor. Compreender o que é satoshi no Bitcoin evidencia a importância dessa divisibilidade para a usabilidade da moeda. Além de pagamentos tradicionais, os satoshis também são usados em colecionáveis digitais. Com o Ordinals Protocol, tornou-se possível inscrever mídias digitais únicas — como imagens, músicas e artes — em satoshis individuais, criando NFTs conhecidos como ordinals. Esses satoshis passam a ter valor de mercado acrescido, graças a metadados únicos, de maneira similar ao valor extra que uma assinatura de celebridade pode agregar a uma nota de dinheiro.
Transacionar satoshis requer a mesma infraestrutura das operações com Bitcoin, pois ambos representam o mesmo ativo, apenas em escalas diferentes. Para enviar satoshis, é necessário possuir uma carteira ou conta em exchange compatível com Bitcoin. O processo consiste em solicitar o endereço público do destinatário — semelhante ao endereço de e-mail nas operações de criptoativos — e então efetuar o envio do valor desejado a partir de sua carteira. Para receber, basta informar seu endereço público ao remetente. Soluções de pagamento especializadas surgiram para facilitar transações com satoshis. A Lightning Network, camada adicional sobre a blockchain do Bitcoin, oferece taxas baixíssimas e transferências quase instantâneas, ideal para pagamentos cotidianos em satoshis. Carteiras compatíveis, como Wallet of Satoshi, Muun Wallet e Breez, permitem compras de pequeno valor com custos mínimos. Já para quem se interessa por NFTs ordinais, carteiras como Ordinals Wallet, Xverse Wallet e Hiro Wallet viabilizam a visualização e o gerenciamento de satoshis com mídias digitais exclusivas.
A expressão “stacking sats” ganhou destaque entre entusiastas de criptomoedas, sobretudo nas redes sociais e fóruns online. Quando se fala em stacking sats, trata-se da estratégia de comprar Bitcoin regularmente para manter a longo prazo — prática conhecida como HODL na cultura cripto. O termo faz alusão a colecionadores de metais preciosos que acumulam onças de ouro ou prata para investimento. Isso reforça a imagem do Bitcoin como “ouro digital”, e muitos veem o acúmulo constante de satoshis como uma forma conservadora de construir patrimônio. A estratégia prioriza aportes contínuos, independentemente da volatilidade de curto prazo, visando ganhos ao longo do tempo. Entender o que é satoshi no Bitcoin mostra por que acumular essas unidades pode ser uma abordagem eficiente de investimento.
Os satoshis vão além de simples frações do Bitcoin: representam a escalabilidade e a utilidade prática da moeda. Como unidade mínima, permitem microtransações, compras do dia a dia e viabilizam inovações como NFTs ordinais. Compreender o que é satoshi no Bitcoin é essencial para aproveitar todo o potencial do ativo, tanto como reserva de valor quanto como meio de pagamento. Seja para pagamentos via Lightning Network, criação de colecionáveis com ordinals ou acúmulo via stacking sats, essas pequenas unidades são cada vez mais relevantes no universo do Bitcoin. À medida que o Bitcoin evolui e se valoriza, os satoshis garantem acessibilidade e praticidade para operações de qualquer valor — desde grandes investimentos até micropagamentos. Entender o que é satoshi no Bitcoin prepara o usuário para participar plenamente da economia do Bitcoin, em qualquer escala.
1 satoshi equivale a 0,00000001 bitcoin. Um bitcoin é composto por 100 milhões de satoshis.
Em 2025, a previsão é que 1 satoshi valha por volta de US$0,0001, refletindo o forte crescimento e a adoção do Bitcoin no mercado de criptoativos.
Sim, é possível sacar satoshis convertendo-os em moeda fiduciária por meio de uma exchange. O processo envolve vender seus satoshis e transferir o saldo para sua conta bancária.
Não, satoshi não é o mesmo que Bitcoin. Satoshi é a menor unidade do Bitcoin, sendo que 1 Bitcoin equivale a 100.000.000 de satoshis.





