

O ambiente global de conformidade para tokens de Layer 2 passou por mudanças profundas em 2025, impulsionado por novas regulamentações e movimentos de capital institucional. O Markets in Crypto-Assets Regulation (MiCAR) da União Europeia instituiu padrões abrangentes para divulgação, custódia e operações, tornando-se referência para outras jurisdições. Ao mesmo tempo, os Emirados Árabes Unidos consolidaram-se como centro internacional de ativos digitais, por meio da Virtual Asset Regulatory Authority, adotando um dos marcos regulatórios mais completos do mundo — com mais de 70% da exposição a ativos digitais sob estruturas definidas de conformidade.
A entrada de capital institucional em ativos digitais transformou a dinâmica regulatória, levando participantes mais sofisticados a pressionar por melhores práticas de gestão de riscos, mesmo antes de exigências formais. O avanço do capital em protocolos DeFi atraiu atenção regulatória, ao passo que abriu caminho para melhorias de governança conduzidas pelo setor. Soluções de Layer 2 como a Merlin Chain, que atingiu mais de 3,5 bilhões em TVL nos primeiros 30 dias do lançamento do mainnet, operam agora sob parâmetros de conformidade cada vez mais claros.
As estruturas de tokenização para valores mobiliários, fundos, títulos e ativos reais aceleraram em 2025, com pilotos de mercado atacadista esclarecendo regras de custódia e segregação para instrumentos tokenizados. Com isso, as redes de Layer 2 se firmam como infraestrutura essencial para a adoção institucional. Nos Estados Unidos, o ambiente regulatório avançou com iniciativas bipartidárias que ampliaram o escopo da CFTC sobre commodities digitais, enquanto a coordenação entre SEC e CFTC trouxe orientações mais claras quanto à classificação e custódia de tokens. Essas iniciativas multijurisdicionais sinalizam a transição da incerteza para arcabouços de compliance interoperáveis, capazes de sustentar inovação responsável em larga escala.
A conformidade AML/KYC transfronteiriça apresenta desafios operacionais relevantes para prestadores de serviços de ativos virtuais. Identificar e verificar beneficiários finais em múltiplas jurisdições é um obstáculo central, agravado pela diversidade regulatória regional e pelos riscos inerentes a pagamentos em tempo real, onde detectar fraudes torna-se ainda mais complexo.
A MERL responde a essas exigências com uma implementação alinhada às Recomendações do FATF. A Travel Rule obriga que VASPs coletem e transmitam informações de identificação para transações acima de determinados valores, abrangendo cerca de 98 jurisdições, entre elas Estados Unidos, Reino Unido e países membros da União Europeia. Essa estrutura aplica-se uniformemente às operações da MERL, independentemente de variações terminológicas locais.
| Aspecto | Padrão | Abrangência |
|---|---|---|
| Implementação da Travel Rule | Diretrizes FATF | 98+ jurisdições |
| Requisitos KYC | Identidade + Prova de Vida + Documentação | Universal |
| Variação Regional | EU AMLD vs US BSA | Jurisdicional |
| Avaliação de Risco | Verificação do Beneficiário Final | Crítico |
A MERL adota onboarding KYC automatizado, incluindo validação de identidade, checagem de prova de vida e confirmação de documentos oficiais e comprovante de endereço. O monitoramento aprimorado contempla triagem de sanções, identificação de PEP e análise de mídias negativas, tanto na entrada quanto no acompanhamento dos clientes. Essa abordagem integrada reduz falsos positivos e assegura conformidade em múltiplas jurisdições, evidenciando que programas eficazes de AML/KYC dependem de tecnologia sincronizada com engajamento regulatório.
A volatilidade em políticas tributárias é um desafio operacional relevante para multinacionais que atuam em ambientes regulatórios complexos. Estudos de referência mostram que ajustes frequentes em diferentes jurisdições elevam custos de compliance e reduzem eficiência. Empresas presentes em vários mercados enfrentam obstáculos ampliados quando regras tributárias mudam continuamente, exigindo mais recursos financeiros e humanos para garantir conformidade.
O peso da conformidade aumenta devido à necessidade de monitoramento constante e adaptação às mudanças na legislação. Alterações inesperadas em políticas fiscais obrigam as organizações a investir em infraestrutura de compliance atualizada, treinamento de equipes e assessoria jurídica para correta interpretação das normas. Essa postura reativa consome recursos que poderiam ser destinados a estratégias de negócio e eleva despesas operacionais. Pesquisas indicam que, em períodos de maior volatilidade regulatória, os custos de conformidade podem crescer entre 15% e 25%, especialmente quando as mudanças ocorrem simultaneamente em múltiplas jurisdições.
Além dos custos diretos, a volatilidade normativa prejudica o planejamento financeiro e a precisão das projeções. As empresas passam a ter dificuldade para prever obrigações fiscais, o que pode resultar em dívidas inesperadas ou penalidades por descumprimento. Esses reflexos afetam desde o fluxo de caixa até decisões de investimento e a confiança dos stakeholders.
Superar esses desafios requer estratégias proativas, incluindo sistemas robustos de monitoramento regulatório, equipes especializadas em compliance e diálogo estratégico com autoridades fiscais. Empresas que adotam frameworks sólidos de gestão de risco e mantêm flexibilidade em suas estruturas de conformidade mostram mais resiliência diante de rupturas regulatórias, protegendo lucratividade e continuidade operacional em cenários de políticas voláteis.
As vulnerabilidades em smart contracts geram riscos operacionais críticos que vão além do escopo das regulações tradicionais. Em 2024, o cenário expôs grandes perdas financeiras: somente falhas de controle de acesso causaram prejuízos de US$953,2 milhões, enquanto erros de lógica em smart contracts acumularam mais de US$1,1 bilhão em ativos perdidos. Ataques de reentrância, manipulação de oráculos de preços e ausência de validação de entradas seguem ameaçando bilhões em ativos digitais em ambientes descentralizados.
Essas vulnerabilidades resultam de cadeias de exploração que combinam diferentes vetores de ataque. Em vez de bugs isolados, agentes exploram a combinação de erros de lógica, fragilidades de governança, exposição de chaves administrativas e falhas de dependências externas. Um caso emblemático envolveu invasores que assumiram privilégios para realizar upgrades não autorizados em contratos, drenando cerca de US$70 milhões em fundos bloqueados. Esses episódios mostram como a regulação tende a ficar atrás da sofisticação dos ataques técnicos.
O risco operacional ultrapassa falhas pontuais em contratos. Phishing e engenharia social direcionados a times de desenvolvimento de smart contracts acarretaram perdas de US$50 milhões, evidenciando que fatores humanos ampliam as vulnerabilidades técnicas. Ataques de negação de serviço, por sua vez, podem exaurir recursos dos contratos via manipulação de gas, tornando protocolos inoperantes independentemente da qualidade do código.
Enfrentar esses riscos demanda arquitetura técnica em múltiplas camadas. Soluções que integram zero-knowledge proofs, redes descentralizadas de oráculos e mecanismos on-chain de prova de fraude são alternativas em evolução para mitigar riscos de execução. A adoção desses componentes pela Merlin Chain mostra como soluções nativas de Layer 2 podem elevar o nível de segurança, complementando auditorias de código e controles regulatórios.
MERL é um criptoativo Web3 desenvolvido sobre a blockchain Solana, reconhecida por proporcionar transações rápidas e de baixo custo. A moeda aproveita a infraestrutura escalável e eficiente da Solana para impulsionar aplicações descentralizadas e participação no ecossistema.
O Merlin crypto apresenta forte tendência de crescimento, com projeções indicando potencial de valorização expressivo. A análise de mercado aponta para uma expansão robusta, impulsionada por maior adoção e desenvolvimento do ecossistema. O token está posicionado para ganhos relevantes no longo prazo, à medida que o universo Web3 evolui.
O Merlin crypto oferece potencial significativo para investidores de longo prazo, graças à tecnologia inovadora e ao crescimento da adesão no ecossistema. Seu posicionamento estratégico no Web3 e o aumento do volume de transações tornam o ativo uma escolha atrativa para quem busca exposição a novas oportunidades em blockchain.




