

Em 2025, o ambiente regulatório de derivativos passou por mudanças profundas, impulsionadas pelo aumento do escrutínio da SEC sobre produtos inovadores. Novos padrões de reporte, como os Identificadores Universais de Transação (UTIs), Identificadores Universais de Produto (UPIs) e exigências para reporte de Elementos de Dados Críticos (CDE), redefiniram as obrigações de compliance das plataformas que oferecem serviços de derivativos. A Aster, sendo uma exchange descentralizada de última geração que oferece contratos à vista e futuros perpétuos, atua nesse contexto regulatório cada vez mais exigente.
A supervisão reforçada da gestão de liquidez, ilustrada pela Circular FINMA 2025/3 vigente em 1º de janeiro de 2025, evidencia o compromisso dos reguladores em equilibrar inovação e estabilidade financeira. Esses avanços impõem desafios específicos a plataformas como a Aster, que viabilizam operações alavancadas em estruturas descentralizadas. A convergência entre tecnologia de ponta e exigências regulatórias obriga as plataformas a manter estruturas de compliance sólidas, sem perder a característica de acessibilidade central às finanças descentralizadas.
Segundo dados de mercado, a Aster atingiu capitalização de mercado próxima de US$5,68 bilhões, com 1,66 bilhão de tokens em circulação, operando em escala que exige rigor absoluto em compliance. O cenário regulatório de 2025 deixou claro que tecnologia, sozinha, não substitui o conhecimento humano na gestão de conformidade, demandando abordagens híbridas, onde sistemas automatizados de reporte atuam em parceria com profissionais qualificados para enfrentar demandas crescentes.
As recentes falhas de transparência em auditorias em plataformas de finanças descentralizadas tornaram-se foco crítico de compliance. Um preocupante percentual de 68% das plataformas DeFi apresenta riscos de conformidade elevados, evidenciando fragilidades generalizadas na supervisão operacional e nos padrões de reporte financeiro. Essa lacuna de transparência levou órgãos reguladores a intensificarem as ações contra os maiores infratores do setor.
O aumento das ações da CFTC em 2023 exemplifica essa postura regulatória. A comissão abriu 96 processos de fiscalização no ano, sendo 47% voltados a esquemas de rendimento não registrados, sem mecanismos de auditoria ou frameworks de divulgação adequados. Casos envolvendo grandes plataformas de empréstimo mostraram como a falta de transparência permitiu operadores ocultar riscos de investidores e reguladores.
Essas ações comprovam que falhas em auditoria geram violações em cadeia. Plataformas sem auditorias operacionais claras têm dificuldade para identificar e corrigir falhas internas, levando a infrações amplas, como riscos de fraude e custódia inadequada de ativos. O caso de restituição de US$228 milhões envolvendo provedores de esquemas de rendimento ilustra as consequências financeiras dessas falhas.
Esses movimentos mostram que as expectativas regulatórias sobre transparência em DeFi estão se consolidando. SEC e CFTC já sinalizaram diretrizes mais claras para ativos digitais, com padrões de compliance e auditoria mais rígidos. Plataformas que tratam as falhas de transparência de auditoria de forma proativa mostram alinhamento com padrões operacionais de excelência institucional.
Plataformas de finanças descentralizadas enfrentam pressão crescente para implementar protocolos sólidos de Conheça Seu Cliente (KYC) e Prevenção à Lavagem de Dinheiro (AML). Mudanças recentes, como propostas do CLARITY Act, mostram que senadores democratas dos EUA exigem compliance KYC/AML e registro formal para plataformas DeFi. Essa tendência reflete o movimento global de vários países ao estabelecer regras legais claras para combater lavagem de dinheiro no setor de criptoativos.
O uso de sistemas abrangentes de KYC/AML traz benefícios estratégicos importantes para plataformas DeFi. Pesquisas apontam que a adoção desses protocolos reduz de modo expressivo a exposição regulatória. Ao criar controles eficazes para mitigar riscos de finanças ilícitas, as exchanges permitem que autoridades detectem, registrem e inibam fraudes ao longo das transações. Essa postura demonstra compromisso com padrões de integridade financeira, alinhados à legislação vigente de combate à lavagem de dinheiro.
O framework de compliance obriga as plataformas a manter documentação transacional, realizar verificação de usuários e monitorar atividades suspeitas. Limites avançados de saque geralmente exigem KYC obrigatório, seguindo padrões internacionais de AML. Plataformas que adotam essas medidas voluntariamente ficam em posição mais favorável diante do escrutínio regulatório e de eventuais processos de fiscalização.
Órgãos reguladores reconhecem que sistemas de KYC/AML bem implementados criam mecanismos de responsabilização nas redes blockchain. Longe de travar a inovação, essas estruturas fortalecem a confiança de investidores institucionais e bancos, viabilizando o crescimento sustentável do DeFi. Plataformas preparadas para compliance conquistam vantagem competitiva diante das novas exigências do mercado.
Órgãos do Reino Unido, Estados Unidos e demais jurisdições aumentam de forma significativa a fiscalização sobre exchanges descentralizadas, visando riscos de compliance e segurança. Esse rigor reflete uma mudança profunda na abordagem das autoridades em relação às plataformas de negociação de criptoativos. O recente alerta de um ex-comissário da SEC sobre o aumento da vigilância estatal expõe o dilema entre proteção regulatória e inovação.
Exchanges descentralizadas como a Aster enfrentam um cenário multijurisdicional complexo, marcado por grandes lacunas regulatórias. Enquanto Reino Unido e EUA reforçam seus regulamentos, a fiscalização segue desigual nos mercados globais. Operadores precisam seguir normas distintas para spot e contratos perpétuos em várias regiões, gerando desafios operacionais.
Dados de mercado mostram o efeito: os volumes de negociação oscilam forte após anúncios regulatórios, com plataformas sob maior escrutínio e impacto na confiança dos usuários. A fully diluted valuation dos tokens DEX reflete o receio dos investidores em relação ao risco regulatório. Ao fechar lacunas de compliance, autoridades pressionam venues descentralizadas a adotar sistemas de verificação de identidade, monitoramento de transações e vigilância de mercado, requisitos antes considerados incompatíveis com a descentralização.
Essa evolução marca um ponto crítico: DEXs precisam balancear a preservação das características descentralizadas com o atendimento às novas exigências regulatórias cada vez mais rígidas.
ASTER é uma exchange descentralizada de última geração, com negociação spot e de futuros perpétuos. Lançada em setembro de 2025, registrou crescimento acelerado e tornou-se referência no mercado de derivativos DeFi, atendendo traders de varejo e institucionais com mecanismos inovadores de eficiência de capital.
Sim, ASTER coin tem potencial expressivo, sustentado por sua infraestrutura e adoção crescente. O projeto segue em desenvolvimento, ampliando funcionalidades para seu ecossistema e consolidando-se como ativo promissor em Web3, com perspectivas de valorização no longo prazo.
Sim, ASTER apresenta boa oportunidade de entrada. Os indicadores técnicos atuais mostram sinais positivos, com médias móveis favoráveis e forte tendência de alta, reforçando a confiança do mercado para o curto prazo.
O valor mais alto já registrado para ASTER foi de US$2,41, em 24 de setembro de 2025. Esse é o recorde desde o lançamento do token.




