
A Rayls se destaca como uma infraestrutura blockchain financiada com US$32,3 milhões, projetada especialmente para instituições financeiras que buscam integrar Finanças Tradicionais e ecossistemas DeFi. O projeto atraiu investimentos robustos de fundos de venture capital de referência, como ParaFi Capital, Framework Ventures e Mastercard, evidenciando sólida confiança institucional em sua proposta.
A solução combina uma EVM Layer-1 pública de alta performance com blockchains privadas operadas de forma independente, permitindo que bancos e instituições reguladas emitam e liquidem ativos digitais com segurança e conformidade. Essa arquitetura dual resolve o principal desafio das instituições ao ingressar no universo blockchain: operar com transparência em mercados abertos sem comprometer exigências regulatórias.
A Rayls diferencia-se por seus protocolos de privacidade quantum-safe, que unem provas de conhecimento zero a criptografia pós-quântica, assegurando que transações confidenciais estejam protegidas por padrões de segurança corporativos. A plataforma apresenta taxas de gas previsíveis indexadas ao dólar e tempos de bloco inferiores a um segundo, graças ao mecanismo de consenso RBFT/Axyl, suportando processamento de transações em escala equivalente à infraestrutura de liquidação financeira.
O ecossistema registra atualmente capitalização de mercado de US$237 milhões, com 1,5 bilhão de tokens em circulação distribuídos em 14 exchanges. Essa posição financeira sinaliza o reconhecimento do mercado quanto ao potencial da Rayls para viabilizar a tokenização global de ativos, promovendo um ambiente integrado onde instituições e participantes DeFi negociam com liquidez institucional e confiabilidade de infraestrutura.
A Rayls se diferencia por arquitetura compatível com EVM, tornando possível a integração direta com protocolos de finanças descentralizadas e ambientes de desenvolvimento existentes. Essa camada permite que desenvolvedores implantem smart contracts sem ajustes, reduzindo obstáculos técnicos e acelerando o desenvolvimento de aplicações DeFi na plataforma.
O foco na integração DeFi constitui um pilar do projeto: a Rayls conecta requisitos do setor institucional a pools de liquidez descentralizados e mecanismos de negociação. Sua EVM Layer-1 pública opera em conjunto com sub-redes privadas permissionadas, criando um ambiente híbrido onde instituições acessam mercados DeFi sem abrir mão da conformidade.
Os dados de mercado indicam crescimento da adoção institucional, com a Rayls viabilizando tokenização de ativos reais e liquidação internacional. O ecossistema já demonstra utilidade prática por meio de parcerias com entidades reguladas, incluindo integração aos testes do CBDC brasileiro, validando institucionalmente sua infraestrutura DeFi.
A estrutura de privacidade quantum-safe associada à compatibilidade EVM resulta em uma base técnica única. Instituições que utilizam Rayls realizam transações confidenciais por meio de criptografia homomórfica, enquanto acessam liquidez DeFi ampliada, suprindo a lacuna da infraestrutura financeira tradicional em privacidade e acesso a mercados descentralizados. Essa capacidade dual posiciona Rayls como infraestrutura de referência para participação institucional em DeFi.
A Rayls definiu uma estrutura de tokenomics com oferta total fixa de 10 bilhões de tokens RLS. No Evento de Geração de Tokens, previsto para o quarto trimestre de 2025, 1,5 bilhão de tokens foram disponibilizados, correspondendo a 15% do total. O lançamento inicial foi planejado para equilibrar a participação da comunidade e a sustentabilidade do ecossistema.
Os 8,5 bilhões de tokens restantes têm alocação estratégica entre os principais participantes: investidores receberam 22% do total, desenvolvedores iniciais 11%, e a equipe principal, 17%, garantindo continuidade operacional. O tesouro da fundação e distribuição comunitária concentram 35%, financiando incentivos para validadores, construtores do ecossistema e iniciativas de expansão.
Um mecanismo deflacionário exclusivo diferencia o tokenomics da Rayls de outros projetos blockchain. O protocolo queima automaticamente 50% das taxas de transação, destinando os outros 50% à carteira de incentivos da comunidade gerida pela Rayls Foundation. Essa abordagem reduz a oferta de tokens e, ao mesmo tempo, financia o desenvolvimento do ecossistema. Somada à alocação estruturada e à ausência de recompra fora de exchanges, essa proposta cria incentivos transparentes que reforçam a segurança da rede e o crescimento orgânico da infraestrutura institucional da Rayls.
RLS representa um marco relevante no cenário cripto, com o evento oficial de geração de tokens programado para dezembro de 2025. Serão distribuídos 1,5 bilhão de tokens, equivalentes a 15% da oferta total nesta primeira fase. Diversas exchanges de grande porte confirmaram participação em 1º de dezembro de 2025, com início das negociações em horários distintos. Gate iniciará trading spot às 12:00 (UTC), enquanto outra plataforma líder começa às 11:00 (UTC) do mesmo dia.
O desempenho do token após o lançamento registra volatilidade típica de ativos cripto iniciais. RLS atingiu máxima histórica de US$0,0601 em 01 de dezembro de 2025, antes de corrigir para US$0,0237 em 04 de dezembro, uma queda de 12,38% em 24 horas. A oferta circulante de 1,5 bilhão de tokens gerou capitalização de mercado de US$35,55 milhões, evidenciando forte interesse institucional mesmo com oscilações pós-lançamento. O foco em conformidade e a infraestrutura layer-1 posicionam o projeto como candidato atraente para listagens em grandes exchanges, conectando Finanças Tradicionais e DeFi com privacidade quantum-safe e taxas previsíveis.
RLC é a criptomoeda nativa da iExec, plataforma de computação em nuvem descentralizada. Ela serve para transações e acesso a serviços dentro do ecossistema iExec.
Sim, a Eagle coin já está disponível. O American Eagle Coin Program iniciou em 1986 e segue ativo, com novas moedas lançadas anualmente.
RLT é uma criptomoeda Web3 baseada na blockchain Solana, reconhecida por oferecer transações ágeis e de baixo custo. Faz parte do ecossistema Web3 em expansão, com foco em aplicações e serviços descentralizados.





