

A Rayls estrutura sua infraestrutura central em três camadas interligadas, que tornam possível a integração direta e transparente entre instituições financeiras reguladas e mercados descentralizados. O núcleo arquitetônico se apoia nos Privacy Nodes, blockchains privados de padrão institucional administrados diretamente pelas próprias instituições, permitindo gestão autônoma das operações e controle absoluto sobre privacidade e governança dos dados transacionais. Esses nodes, compatíveis com EVM, garantem que desenvolvedores possam implantar contratos inteligentes já existentes, usufruindo de recursos institucionais exclusivos da Rayls. Na segunda camada, estão as Value Exchange Networks (VENs), sub-redes permissivas sustentadas por protocolos criptográficos avançados, como provas de Zero-Knowledge e Criptografia Homomórfica. Essa abordagem de privacidade em duas camadas permite que bancos e instituições realizem transações interbancárias totalmente confidenciais, mantendo alinhamento com normas regulatórias rigorosas. A terceira camada corresponde à cadeia pública EVM, protegida por protocolos KYC, formando um canal regulamentado para acesso aos mercados globais de DeFi. A Rayls adota mecanismos determinísticos de finalização rápida, assegurando liquidação praticamente em tempo real, sem riscos de reorganização—a base para operações institucionais eficientes. O sistema padroniza taxas de transação em valores fixos atrelados ao dólar, eliminando a volatilidade do gas price que habitualmente limita a participação institucional. Essa arquitetura já provou sua aplicabilidade institucional, com a AmFi trazendo mais de um bilhão de dólares em ativos reais para o ecossistema Rayls e o Banco Central do Brasil escolhendo a solução de privacidade da plataforma para o piloto de CBDC atacadista Drex. A soma de infraestrutura programável, privacidade robusta e conformidade regulatória estabelece um novo patamar para atuação institucional no universo DeFi.
A Rayls consolidou-se como uma plataforma inovadora, permitindo que instituições financeiras tokenizem ativos reais com total aderência regulatória. A robustez institucional do projeto é comprovada por mecanismos de validação tangíveis: a Rayls conquistou o primeiro lugar em benchmarks de privacidade e performance conduzidos pela divisão Onyx do J.P. Morgan para tokenização de fundos, confirmando sua aptidão para operações financeiras institucionais. Esse reconhecimento ilustra como a plataforma une os requisitos do sistema financeiro tradicional à eficiência do blockchain.
A arquitetura da Rayls viabiliza tokenização de recebíveis, títulos, instrumentos de crédito e processos complexos de liquidação, atendendo demandas de grandes instituições. Os tokens RLS fundamentam o funcionamento do ecossistema, alimentando o staking para validadores e delegadores, que são recompensados conforme sua participação. Instituições que utilizam a rede Rayls pagam taxas operacionais e de liquidação em RLS, criando demanda transacional conectada diretamente à atividade financeira real. Estruturas de taxas previsíveis e plena aderência regulatória permitem movimentação de ativos digitais on-chain sem comprometer obrigações legais e de compliance.
O design híbrido, ao combinar redes públicas EVM com redes privadas institucionais, atraiu expressivo interesse de grandes players em mercados emergentes. O Banco Central do Brasil está testando a tecnologia Rayls para integração ao Drex, a moeda digital piloto do país, com foco em transações privadas e atômicas de CBDC atacadista. Essa implementação comprova a capacidade da Rayls de ampliar a eficiência de pagamentos institucionais, preservando a confidencialidade. A integração ao Drex valida a aptidão da plataforma para suportar liquidação transfronteiriça e garantir interoperabilidade entre infraestruturas financeiras tradicionais e ambientes de moedas digitais.
A Rayls adota uma arquitetura de tokenomics deflacionário avançada, baseada em seu mecanismo de queima de 50% das taxas, projetado para aumentar a escassez e a sustentabilidade do token no longo prazo. Em todas as transações da rede que geram taxas, metade do valor é automaticamente destruída on-chain, removendo tokens de circulação de forma definitiva e sem depender de mecanismos externos de recompra. Esse modelo deflacionário previsível estimula a expansão da rede e direciona valor do sistema financeiro tradicional para o universo DeFi.
O mecanismo de queima integra um tokenomics cuidadosamente estruturado, em que o token RLS é o ativo central de utilidade para toda a economia Rayls. Com um limite máximo de 10 bilhões de tokens e 1,5 bilhão atualmente em circulação (15% do total), a pressão deflacionária das taxas resulta em escassez progressiva à medida que a adoção cresce. No cenário atual, a capitalização de mercado soma US$161,5 milhões, com volume negociado de aproximadamente US$480.006 em 24 horas, refletindo participação ativa na rede.
RLS cumpre o papel de meio único de pagamento, conectando infraestrutura institucional à liquidez do mercado aberto. O token permite a bancos e instituições reguladas a emissão e liquidação segura de ativos digitais, ao mesmo tempo que oferece a desenvolvedores DeFi e usuários cripto acesso à liquidez institucional e infraestrutura confiável. Essa dupla utilidade posiciona o RLS além de um ativo especulativo, elevando-o a peça central para tokenização de ativos. A soma da dinâmica deflacionária com potencial de adoção institucional cria um mecanismo de preservação de valor e sustentabilidade de longo prazo para a rede.
O desenvolvimento do ecossistema Layer 2 ganha tração com marcos de mainnet concretos, influenciando diretamente o sentimento dos investidores. O roadmap de descentralização do Starknet exemplifica esse momento: o staking v2 chega à mainnet no segundo trimestre de 2025, enquanto o staking v3 está previsto para o quarto trimestre de 2025, atrelando as recompensas de staking à validação dos blocos. Esse avanço na infraestrutura caminha em paralelo à intensa atividade nos mercados de derivativos, onde o fluxo de capital institucional reforça a confiança no setor.
| Métrica de Desenvolvimento | Prazo | Impacto |
|---|---|---|
| Staking v2 do Starknet | 2º trimestre de 2025 | Reforço de segurança via recompensas de validação de blocos |
| Staking v3 do Starknet | 4º trimestre de 2025 | Descentralização total da rede |
| Open Interest em Futuros LINK na Gate | Atual | US$453 bilhões, alta de 35% |
A plataforma Gate registrou forte movimento em derivativos: o open interest em futuros de Chainlink subiu 35%, atingindo US$453 bilhões e indicando maior presença institucional. Taxas de funding positivas e altos índices long/short sugerem expectativa de valorização para a faixa de US$28 a US$30. Esse sinal reforça a confiança na consolidação da infraestrutura Layer 2.
Modelos de previsão apontam valorização de 3,5% para o token RLS nos próximos 30 dias, com probabilidade de 65%, acompanhando o aumento dos fluxos institucionais nos mercados de derivativos. O volume negociado avançou 22% para US$1,75 bilhão, evidenciando engajamento de investidores de varejo e institucionais. O avanço na mainnet, a força dos mercados de derivativos e as projeções otimistas de preço constroem uma narrativa de forte impulso para tokens Layer 2 neste ciclo.
Rayls é uma blockchain compatível com EVM, desenvolvida para instituições financeiras. A plataforma viabiliza tokenização de ativos, pagamentos em CBDC e transações internacionais, aliando infraestrutura pública e privada para garantir privacidade, escalabilidade e conformidade normativa.
O token RLS faz a ponte entre finanças tradicionais e DeFi, oferecendo privacidade e liquidez para instituições financeiras. Ele conecta TradFi regulado ao DeFi aberto com uma blockchain híbrida. O modelo deflacionário do token aumenta sua escassez conforme a rede cresce, abrindo caminho para acessar o potencial do mercado TradFi de US$100 trilhões.
O RLS apresenta potencial de investimento consistente, impulsionado pelo crescimento do ecossistema e adoção institucional. Com fundamentos sólidos e interesse crescente, o token pode atingir US$1 em cenários de mercado favoráveis. Os principais riscos residem na volatilidade e concorrência, mas as perspectivas de longo prazo são positivas.
Para comprar RLS, opte por uma exchange centralizada de confiança que ofereça suporte ao ativo. Para máxima segurança, transfira os tokens para uma carteira não custodial como MetaMask ou KuCoin Wallet, garantindo controle total sobre seus ativos.





