

O ROIC é um dos principais indicadores para avaliar a eficiência com que um projeto transforma o capital investido em lucro operacional líquido após impostos. Essa métrica mostra se a administração aplica os recursos de forma estratégica em todo o negócio. Quando o ROIC supera o custo de capital, a empresa está efetivamente gerando valor ao acionista, indo além da simples geração de receita operacional.
A conexão entre eficiência de capital e valorização de projetos fica clara ao analisar parâmetros de performance. Projetos com ROIC acima de 15% evidenciam excelência na alocação do capital, enquanto resultados entre 10% e 15% refletem operações sólidas. Essa diferença é relevante porque negócios com alto ROIC apresentam vantagens competitivas superiores e margens de lucro sustentáveis.
Para investidores em busca de oportunidades, o ROIC oferece uma visão que índices tradicionais não conseguem proporcionar. Empresas que geram US$1 de lucro exigem diferentes volumes de capital conforme o setor, tornando comparações diretas de lucro enganosas. O ROIC ajusta essa diferença ao mensurar com precisão quantos dólares de resultado são obtidos para cada dólar investido.
A métrica considera tanto o capital próprio quanto o endividamento, fornecendo uma análise completa do uso do capital. Assim, evita que empresas distorçam seus retornos com manipulação de alavancagem. O ROIC, dessa forma, diferencia a excelência operacional autêntica da mera engenharia financeira, sendo essencial para identificar projetos com potencial genuíno de criação de valor e posição competitiva sustentável.
O WACC é um referencial financeiro crucial que determina o retorno mínimo que uma companhia precisa atingir para criar valor ao acionista. Retornos acima do WACC geram valor econômico; abaixo desse patamar, há destruição de patrimônio. Essa lógica é central para decisões de alocação de capital nas empresas.
O WACC resulta da ponderação entre o custo do capital próprio e o custo da dívida líquida de impostos, conforme a participação de cada um na estrutura de capital. Por exemplo, uma tech company com WACC de 7% precisa garantir pelo menos esse percentual de retorno em novos projetos para justificar o investimento. Projetos com retorno de 5% não atenderiam ao critério, independentemente de seu desempenho operacional.
Diferenças entre setores influenciam sensivelmente esses parâmetros. Empresas de energia tendem a ter WACCs mais altos, de 8% a 10%, em razão do maior risco, enquanto setores mais estáveis operam com limites próximos a 5% ou 6%. Essa variação reflete o custo do dinheiro sem risco, o prêmio de risco de ações e o custo da dívida em cada indústria.
Compreender o WACC permite decisões de investimento mais rigorosas. Ao comparar o retorno esperado de um projeto com esse parâmetro mínimo, a administração separa oportunidades que realmente criam valor daquelas que apenas consomem recursos. Esse modelo direciona o capital para os usos mais eficientes e garante que a estratégia de financiamento esteja alinhada ao objetivo de geração de valor a longo prazo.
O confronto entre Retorno sobre o Capital Investido (ROIC) e Custo Médio Ponderado de Capital (WACC) é o mecanismo essencial para apurar se uma empresa agrega ou destrói valor ao acionista. Quando o ROIC ultrapassa o WACC, há Valor Econômico Agregado (EVA) positivo, sinalizando lucro residual após todos os custos de capital. Se o ROIC fica abaixo do WACC, o EVA negativo indica destruição de valor.
O método de cálculo evidencia essa relação por meio da seguinte fórmula do EVA:
| Componente | Definição | Função |
|---|---|---|
| NOPAT | Lucro Operacional Líquido após Impostos | Lucro operacional disponível para os financiadores |
| Capital Investido | Total financiado via dívida e capital próprio | Base de capital que exige recompensa |
| WACC | Custo Médio Ponderado de Capital | Retorno mínimo exigido |
| EVA | NOPAT menos (Capital Investido × WACC) | Métrica de geração de valor |
No setor de energia elétrica em 2024-2025, empresas de utilities ilustram bem essa dinâmica, com ROIC variando de 10% a 11% frente a um WACC em torno de 5,10%. American Electric Power Company e Portland General Electric são casos emblemáticos de geração de valor, com ROIC bem acima do custo médio ponderado de capital. Essa diferença de 5 a 6 pontos percentuais entre ROIC e WACC resulta em EVA mensurável, permitindo à gestão direcionar capital para projetos de maior retorno. Empresas que investem em infraestrutura com retorno acima do WACC fortalecem o acúmulo de valor ao acionista e constroem vantagens competitivas duradouras no mercado de geração de energia.
Power coin é uma criptomoeda digital criada para transformar transações de energia no universo Web3, promovendo negociações energéticas eficientes e descentralizadas.
PowerCoin é uma criptomoeda lançada em 2025, voltada para eficiência energética e soluções de blockchain sustentável. O objetivo é inovar o setor elétrico por meio da negociação descentralizada de energia e integração com redes inteligentes (smart grids).
A Powercoin pertence a Antonello Galletta, empresário italiano sediado em Roma. A empresa atua como entidade privada no segmento de criptomoedas.
As POWER coins são garantidas por ativos de energia reais, o que lhes confere valor intrínseco. Elas obtêm sua força a partir de projetos de energia renovável e tecnologias de smart grid, formando um ecossistema cripto sustentável.





