
Bitcoin e Ethereum consolidaram sua supremacia como líderes do mercado de criptomoedas em 2025, somando aproximadamente 60% da capitalização total do setor. Essa fatia expressiva reflete o domínio contínuo desses dois ativos no universo das moedas digitais. O Bitcoin alcançou 57,2% de dominância, recuperando níveis não vistos desde 2021, impulsionado por sua função como proteção macroeconômica diante da volatilidade global e pelo fluxo institucional via ETFs spot. O Ethereum permanece como a segunda maior criptomoeda em valor de mercado, beneficiando-se de seu amplo uso em finanças descentralizadas e aplicações de contratos inteligentes. A força conjunta desses dois ativos demonstra a preferência do mercado por criptomoedas consolidadas, com padrão institucional, histórico de segurança e alta liquidez. Essa concentração revela uma estrutura de mercado mais restrita, onde investidores institucionais continuam privilegiando os efeitos de rede do Bitcoin e a infraestrutura tecnológica do Ethereum. Enquanto as altcoins somam os 40% remanescentes da capitalização, a persistência da dominância de Bitcoin e Ethereum indica estratégias de alocação conservadoras por parte dos investidores. A dinâmica do mercado evidencia o papel central dessas criptomoedas na definição do sentimento e do volume de negociações ao longo de 2025.
O mercado cripto testemunhou uma expansão inédita no uso de stablecoins, com Tether (USDT) e USD Coin (USDC) estabelecendo-se como protagonistas na infraestrutura do setor. A oferta circulante de USDT ultrapassou US$150 bilhões, enquanto o USDC mantém robustez com US$61 bilhões, formando um dueto dominante que transforma a dinâmica de liquidez e gestão de risco nas plataformas de finanças descentralizadas.
Esse crescimento das stablecoins representa mais do que números: é a espinha dorsal do ecossistema moderno de negociação cripto. USDT e USDC, juntos, viabilizam volumes diários acima de US$150 bilhões, comprovando seu papel fundamental na integração de fluxos de capital entre o sistema financeiro tradicional e os mercados blockchain. A dimensão dessa atividade confirma que as stablecoins deixaram de ser instrumentos periféricos para se tornarem essenciais à liquidez do setor.
O impacto sobre a liquidez do DeFi é expressivo. Com o suprimento total global de stablecoins superior a US$310 bilhões e volumes semanais de transferências acima de US$521 bilhões, esses dólares digitais permitem estratégias sofisticadas com eficiência sem precedentes para traders e instituições. Infraestruturas relevantes como a Fireblocks processam entre 10% e 15% dos fluxos mundiais de USDC e USDT, evidenciando o papel das stablecoins nos processos institucionais de liquidação.
Essa expansão representa um dos aumentos de liquidez mais rápidos da história das criptomoedas, impulsionada pela adoção institucional, avanços regulatórios e integração das stablecoins à infraestrutura bancária tradicional. Com o amadurecimento do DeFi e maior participação institucional, USDT e USDC permanecem no centro da estabilidade e eficiência operacional do ecossistema.
A estrutura dos pares negociados no mercado cripto revela concentração expressiva entre poucas plataformas dominantes. Gate e outras duas exchanges principais concentram cerca de 75% dos pares globais, criando uma infraestrutura centralizada que afeta diretamente a liquidez do ecossistema. Essa centralização determina como as criptomoedas são negociadas mundialmente, com a profundidade de liquidez variando conforme a exchange que executa a transação.
A profundidade de liquidez — capacidade de realizar grandes ordens sem grandes mudanças de preço — apresenta distribuição desigual entre essas grandes exchanges. Embora movimentem volumes elevados, essa dominância gera vulnerabilidades críticas. O flash crash de 2025 em um dos pares BTC/USD, que viu o preço despencar de US$126.000 para US$24.000, mostrou como a liquidez concentrada pode se dissipar rapidamente sob pressão. Esses episódios expõem riscos sistêmicos associados à concentração das exchanges, onde liquidações em cascata e exaustão instantânea do livro de ordens podem causar distorções intensas nos preços.
Para quem atua no mercado, essa concentração traz oportunidades e riscos. Os traders se beneficiam de volumes elevados e spreads baixos nos principais pares das grandes plataformas, mas ficam mais expostos a crises de liquidez específicas das exchanges. Entender a concentração das exchanges e sua ligação com a profundidade de liquidez é essencial para navegar o cenário cripto de 2025.
O mercado em 2025 é marcado pela adoção institucional, expansão da tokenização e amadurecimento da infraestrutura DeFi. A clareza regulatória avança, com ativos digitais classificados como commodities. O setor mostra resiliência com fluxo institucional constante e ferramentas cross-chain em evolução, com enfoque em integração de portfólio de longo prazo, em vez de operações especulativas de curto prazo.
Volume de liquidez é o total negociado de uma criptomoeda em determinado período, refletindo a movimentação do mercado. Capitalização de mercado é o valor total das moedas em circulação, calculado pelo preço atual multiplicado pelo suprimento disponível. Ambos os indicadores medem tamanho e atividade do mercado.
Em geral, um índice acima de 5% indica boa liquidez em relação ao valor de mercado. Bitcoin e Ethereum são exemplos desse padrão saudável.
Home Coin (HOME) é uma criptomoeda que tokeniza hipotecas residenciais dos Estados Unidos em blockchain, unindo estabilidade baseada em imóveis ao padrão de transparência das criptos. Proporciona rendimento e segurança aos detentores, representando uma nova geração de tokenização de ativos reais no DeFi.
Home Coin mistura o apelo visual das meme coins com utilidade prática e engajamento comunitário. Apesar da estética inspirada em memes, trata-se de um projeto legítimo, com desenvolvimento ativo e aplicações reais além da especulação.
HOME coin é uma stablecoin lastreada por hipotecas dos EUA, desenhada para repassar pagamentos diretamente aos detentores, em vez de instituições financeiras ou governos. Permite preservação e crescimento patrimonial via investimentos hipotecários, funcionando também como meio de pagamento estável.
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A HOME coin está sujeita à regulação e questões tributárias. Principais riscos envolvem vulnerabilidades em smart contracts, volatilidade do mercado e desafios regulatórios na tokenização imobiliária. É fundamental acompanhar possíveis mudanças regulatórias sobre os ativos lastreados.
A HOME coin adota vesting linear para distribuição dos tokens, garantindo liberação gradual. O suprimento total é limitado, sem inflação, o que confere perfil deflacionário e sustentabilidade de valor a longo prazo.




