

A PIPPIN revoluciona a economia de tokens ao destinar 90% do seu fornecimento total de 1 bilhão de tokens diretamente à comunidade, reservando apenas 10% para operações da equipe e do tesouro. Esse modelo rompe com a lógica tradicional dos fundos de venture capital, que priorizam retorno para investidores e controle dos fundadores. A tabela abaixo destaca as diferenças-chave:
| Aspecto | PIPPIN (Orientada à Comunidade) | Modelos Tradicionais de VC |
|---|---|---|
| Alocação para a Comunidade | 90% (~900M tokens) | Geralmente 20-30% |
| Participação de Investidores/VC | Mínima | 40-60% |
| Participação em Governança | Votação Snapshot para todos os detentores | Restrita a grandes investidores |
| Vesting de Tokens | Distribuição orientada à comunidade | Cronogramas voltados a fundadores/investidores |
| Mecanismo Deflacionário | Queima contínua de tokens | Gestão de oferta limitada |
A estratégia da PIPPIN amplia o alinhamento entre stakeholders ao permitir que 32.711 detentores participem das decisões de governança por meio da votação Snapshot. Diferente dos modelos tradicionais, que concentram poder em investidores institucionais, esse modelo distribui a autoridade entre membros da comunidade que mantêm tokens antes dos checkpoints. O mecanismo deflacionário, ao reduzir continuamente os 999,94 milhões de tokens em circulação, gera escassez artificial e potencializa o valor para quem permanece no longo prazo. O formato de distribuição orientado à comunidade desafia a lógica convencional de alocação, mostrando que é possível atingir capitalização de mercado e adoção com uma economia inclusiva, não pelo controle centralizado de investidores.
A Pippin adota uma estratégia deflacionária avançada, realizando queimas programadas de tokens a partir do fornecimento total de 1 bilhão. Esse processo gera escassez ao remover tokens permanentemente de circulação e altera o equilíbrio entre oferta e demanda. A prática de queima de tokens é um mecanismo consolidado na economia cripto, como observado no setor DeFi em 2025.
A seguir, uma comparação das principais iniciativas de queima de tokens e seu impacto:
| Projeto | Tokens Queimados | Valor em Dólar | % do Suprimento |
|---|---|---|---|
| Hyperliquid (HYPE) | 37 milhões | US$1 bilhão | 13% do circulante |
| Ethereum (ETH) | Múltiplas transações | US$12 bilhões | Em andamento |
| Pippin (PIPPIN) | Do total de 1B | A definir | Redução estratégica |
O caso Hyperliquid exemplifica a geração de valor pela queima: seu Fundo de Assistência comprou e queimou mais de 37 milhões de tokens desde o início. O burn de US$12 bilhões em ETH mostra como a deflação sustenta a valorização ao longo do tempo, reduzindo a oferta. A Pippin segue lógica semelhante: menos tokens em circulação valorizam a escassez. A pressão deflacionária, aliada à demanda pelo protocolo, cria um cenário em que os detentores se beneficiam da maior raridade e da redução da pressão de venda. Projetos com queima estratégica comprovam maior resiliência em períodos de volatilidade.
A votação Snapshot tornou-se essencial para governança descentralizada, permitindo que detentores de tokens decidam diretamente sobre o protocolo sem custos de transação on-chain. A plataforma, baseada no sistema descentralizado IPFS, viabiliza enquetes e tomada de decisão coletiva de forma transparente. A PIPPIN exemplifica esse modelo ao destinar 90% do total de tokens à comunidade—aproximadamente 900 milhões de 1 bilhão de PIPPIN. Essa ampla distribuição fortalece os direitos de governança, já que basta manter PIPPIN em carteiras compatíveis antes dos snapshots para ter direito a voto. O sistema de checkpoints garante representação justa, registrando saldos em momentos específicos e evitando manipulação na contagem dos votos. Assim, a comunidade PIPPIN influencia diretamente decisões estratégicas e ajustes do protocolo. O mecanismo deflacionário, ao reduzir o suprimento, amplia o poder de voto relativo dos holders e a valorização de longo prazo. Ao unir alta alocação comunitária a uma infraestrutura acessível de votação, a governança via Snapshot transforma holders passivos em participantes ativos, com influência real nos rumos do projeto.
Análises on-chain mostram uma distância entre o discurso de descentralização da PIPPIN e sua distribuição real de tokens. Segundo a Bubblemaps, carteiras sob controle de insiders concentram cerca de 80% do suprimento, avaliados em torno de US$380 milhões ao final de 2025.
| Métrica | Dado | Status |
|---|---|---|
| Controle de Suprimento por Insiders | 80% | Concentração Extrema |
| Aglomerações de Carteiras Relacionadas | 50+ | Entidades Coordenadas |
| Posse por Entidade Única | 73-80% | Controle Centralizado |
| Distribuição Pública | 9-20% | Limitada |
| Tokens em Carteiras de Exchange | 9% | Concentrada |
A concentração ultrapassa a simples acumulação: as mais de 50 carteiras funcionam como clusters coordenados, indicando controle orquestrado e não crescimento orgânico da comunidade. Em 10 de outubro de 2025, a PIPPIN teve queda de 95% no preço, coincidindo com saques de liquidez dessas carteiras de insiders. A movimentação articulada aumentou a volatilidade e expôs a fragilidade estrutural do token.
Essa centralização contradiz a narrativa típica de memecoin, que valoriza propriedade comunitária e governança descentralizada. Quando uma entidade ou grupo controla quatro quintos do suprimento, mecanismos legítimos de formação de preço são prejudicados. Participantes de mercado enfrentam assimetria de informação, pois insiders executam grandes operações com pouco impacto percebido pelo varejo. Isso converte a PIPPIN de um projeto comunitário em instrumento de concentração de riqueza por stakeholders iniciais, enfraquecendo a proteção ao investidor e a integridade do mercado.
Pippin (PIPPIN) é uma criptomoeda meme movida por inteligência artificial. Lançada em dezembro de 2025, une inovação em blockchain e criatividade artística, oferecendo uma oportunidade de investimento única e centrada na comunidade para o mercado cripto.
Pippin tem potencial de crescimento para investidores com perfil de risco, buscando altos retornos em mercados cripto emergentes. Com apoio comunitário e recursos inovadores, traz oportunidades para quem acredita em seu projeto a longo prazo.
Atualmente, Pippin (PIPPIN) está cotada em US$0,329357, queda de 22,86% nas últimas 24 horas. O valor máximo do dia foi US$0,448829. O preço da meme coin varia conforme a demanda de mercado e o volume de negociações.





