

No final de 2025, a mineração de criptomoedas mantém-se ilegal no Egipto. O Banco Central do Egipto (CBE) e restantes autoridades reguladoras impõem rigorosamente esta proibição, classificando todas as atividades relacionadas com criptomoedas — incluindo a mineração — como práticas financeiras não autorizadas ao abrigo da legislação egípcia vigente. O governo egípcio defende esta postura sobretudo para proteger a segurança financeira, salvaguardar a autonomia da política monetária e prevenir crimes financeiros.
O estatuto legal da mineração de criptomoedas é decisivo para investidores, operadores e utilizadores do sector blockchain e cripto. Conhecer o enquadramento jurídico em jurisdições como o Egipto permite avaliar riscos, definir estratégias de investimento e garantir conformidade com a legislação local. Para empresas e indivíduos que pretendem ingressar no sector cripto, a situação legal condiciona diretamente decisões sobre iniciar operações de mineração, investir em ativos digitais ou expandir projetos blockchain no Egipto. O incumprimento das normas locais pode acarretar graves consequências legais, como multas e processos criminais, tornando fundamental a atenção ao quadro regulatório e ao seu cumprimento por todos os participantes do mercado.
Apesar das restrições legais severas, o interesse pelas criptomoedas continua a crescer entre os egípcios. A possibilidade de elevados lucros leva alguns a recorrer à mineração clandestina ou a utilizar tecnologias como VPN (Virtual Private Network) para ocultar as suas atividades. No entanto, a posição inflexível do Egipto quanto a atividades financeiras não reguladas expõe estes intervenientes a elevados riscos legais e financeiros.
Em contrapartida, países como o Canadá e a Suécia oferecem um contexto mais favorável à mineração de criptomoedas, com quadros regulatórios que promovem a inovação sem comprometer a segurança financeira e a conformidade. Estas nações registaram benefícios relevantes, como maior dinamismo económico no sector tecnológico, avanços tecnológicos e criação de emprego, evidenciando as oportunidades de crescimento que o Egipto pode perder ao manter proibições restritivas.
O relatório de 2024 do Global Blockchain Council revela que os países com políticas abertas à mineração de cripto registaram forte crescimento nos sectores tecnológico e financeiro. O relatório destaca, por exemplo, uma expansão de 30% no mercado de blockchain sueco neste período, impulsionada sobretudo por condições favoráveis de mineração e por um quadro regulatório de apoio. Este crescimento fomentou o desenvolvimento económico e atraiu investimento internacional e conhecimento técnico qualificado.
Pelo contrário, a legislação anti-cripto rigorosa do Egipto conduziu à estagnação do mercado de moeda digital e à retração da inovação tecnológica. Embora o governo invoque a segurança financeira, o controlo da política monetária e a prevenção da criminalidade como razões para tais medidas, estas restrições também afastam o Egipto da revolução global das criptomoedas e do blockchain, podendo limitar as suas perspetivas económicas futuras.
No final de 2025, o Egipto continua a proibir a mineração de criptomoedas, mantendo o governo uma oposição firme à legalização. Esta política tem impacto tanto para investidores e empresas nacionais como internacionais interessados na área cripto no Egipto. Embora o objetivo destas restrições legais seja proteger o sistema financeiro e manter o controlo monetário, acabam igualmente por conter o crescimento dos sectores tecnológicos emergentes e promissores no país.
Para qualquer interessado em mineração de cripto, é crucial conhecer o estatuto legal em cada jurisdição e ponderar países com ambientes regulatórios favoráveis. Quadros legais propícios proporcionam vantagens claras ao nível do crescimento económico, inovação tecnológica e captação de investimento. À medida que o sector global do cripto e do blockchain evolui, acompanhar a evolução regulamentar e as tendências de mercado é indispensável para todos os players deste ecossistema dinâmico.
Em síntese, importa sublinhar: a necessidade de conhecer e cumprir a legislação local sobre mineração de cripto; o impacto económico das restrições legais sobre tecnologia e finanças; e o papel determinante de ambientes jurídicos favoráveis na promoção da inovação em blockchain e no crescimento económico.
O governo egípcio mantém uma proibição absoluta sobre a mineração de moeda virtual. Em 2026, esta prática permanece ilegal. As políticas restritivas do governo impedem tanto investidores nacionais como estrangeiros de desenvolver operações de mineração.
A mineração de cripto é ilegal no Egipto. O Banco Central proíbe todas as atividades relacionadas com cripto, e as infrações podem originar sanções severas, incluindo coimas e processos criminais.
O Egipto proíbe a mineração de moeda virtual. O Banco Central e os reguladores consideram-na ilegal e mantêm a proibição em vigor.
No Egipto, os mineradores devem obter uma Licença Especial de Mineração e garantir pelo menos 30% de participação local. Podem ser necessárias autorizações adicionais conforme as características da operação de mineração.
As empresas de mineração no Egipto estão sujeitas a uma taxa de 22,5% de imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas. Os particulares são tributados sobre os rendimentos da mineração como rendimento global, com taxas progressivas a partir de 21 000 libras egípcias.
Os elevados custos de eletricidade no Egipto reduzem a rentabilidade da mineração. As empresas de mineração podem deduzir as despesas de eletricidade afetas à atividade, mas os custos operacionais totais mantêm-se elevados, afetando de forma significativa a viabilidade económica e competitividade das operações.
O Egipto proíbe a mineração de cripto desde 2018, alegando incompatibilidade com a lei islâmica. Em comparação, a China também proíbe a mineração, mas suavizou parcialmente a sua posição, enquanto os Estados Unidos permanecem relativamente abertos. O Egipto apresenta o quadro regulatório mais restritivo.











