
Depois de anos de expectativa, a Pi Network atingiu o seu momento mais marcante em 20 de fevereiro de 2025. Contudo, com várias “datas de lançamento” assinaladas ao longo do percurso da Pi Network, subsiste alguma confusão sobre o que ocorreu efetivamente e quando.
Se acompanha a Pi Network ou ouviu recentemente falar sobre este projeto, provavelmente questiona-se: Quando foi, afinal, lançado o Pi Network? O que representa para os utilizadores? E, mais relevante ainda, já é possível utilizar os seus tokens Pi?
Este guia apresenta todas as datas relevantes de lançamento na história da Pi Network, explica o significado de cada fase e esclarece o ponto de situação do projeto na atualidade.
Compreender o lançamento da Pi Network implica analisar várias datas e não um único momento.
A Pi Network foi lançada como aplicação móvel, introduzindo a mineração de criptomoedas em smartphones. Este arranque marcou o início do ecossistema Pi, permitindo aos utilizadores minerar tokens diretamente no telemóvel, sem recurso ao hardware energético exigido pelo Bitcoin.
A rede avançou para a fase de testes, durante a qual programadores puderam experimentar aplicações e a infraestrutura da blockchain foi sujeita a testes rigorosos. Esta fase estendeu-se até ao final de 2021, estabelecendo as bases para a mainnet.
A Pi Network lançou a mainnet com uma limitação fundamental – a rede permaneceu “enclausurada”, protegida por firewall que impedia ligações externas. Os utilizadores podiam negociar dentro do ecossistema Pi, mas não em exchanges externas.
O momento decisivo chegou às 8:00 UTC de 20 de fevereiro de 2025, altura em que a Pi Network levantou o firewall e inaugurou a Open Network, permitindo a conetividade externa.
Nesta fase inicial, a Pi Network dedicou-se a construir a comunidade e testar o conceito de mineração móvel. A aplicação permitia minerar Pi com um simples toque diário, tornando a criptomoeda acessível a utilizadores comuns, sem necessidade de hardware dispendioso.
A fase beta foi uma prova de conceito que demonstrou o interesse de milhões de pessoas numa abordagem mais inclusiva. Contudo, estes tokens só existiam dentro do ecossistema Pi e não tinham valor de negociação externa.
Esta fase marcou a transição da Pi Network para um verdadeiro ecossistema blockchain. Programadores criaram dApps para a plataforma Pi, enquanto a equipa técnica aperfeiçoou a infraestrutura da rede.
Neste período, os utilizadores puderam testar transações e explorar o ecossistema Pi, mas ainda sem possibilidade de negociar tokens em exchanges externas.
A mainnet enclausurada foi uma conquista técnica relevante – a Pi Network tinha uma blockchain operacional para transações reais, mas continuava isolada do restante mercado de criptomoedas.
Nesta fase, foi implementado o sistema KYC e incentivada a migração de tokens para a mainnet. Eventos como o PiFest 2024 mostraram transações reais em Pi, com mais de 27 000 comerciantes ativos e 28 000 utilizadores de teste em 160 países.
Em 20 de fevereiro de 2025, teve início a Open Network. Pela primeira vez, os tokens Pi puderam ser negociados em exchanges de criptomoedas e integrados em sistemas externos.
Em 20 de fevereiro de 2025, às 8:00 UTC, a Pi Network levantou o firewall que mantinha a blockchain isolada.
Nas horas seguintes, a Pi registou volatilidade acentuada. O token abriu em 1,47 $, subiu até ao pico de 2,10 $ (aumento de 45 %), e sofreu depois forte pressão vendedora, com os primeiros utilizadores a realizarem lucros. No final do dia, o preço recuou para cerca de 1,01 $, ilustrando a volatilidade típica de criptomoedas recém-lançadas.
O volume de negociação disparou mais de 1 700 %, impulsionado pela especulação e interesse genuíno, gerando intensa atividade em várias plataformas.
O lançamento da mainnet da Pi Network em 2025 foi possível graças à concretização de diversos objetivos:
As principais exchanges de criptomoedas adicionaram rapidamente o token Pi após o lançamento. Plataformas como a Gate.com e outras líderes passaram a listar pares Pi, sobretudo Pi/USDT.
Os utilizadores de longa data de Pi enfrentaram oportunidades e requisitos. A mudança mais relevante foi a obrigatoriedade de verificação KYC para participação plena na Open Network.
Pioneiros que concluíram o KYC puderam transferir tokens Pi para carteiras externas e negociar em exchanges. Já quem não concluiu a verificação ficou impossibilitado de aceder aos benefícios completos do lançamento.
O lançamento em 2025 abriu novas oportunidades para quem pretende integrar o ecossistema Pi. Embora a fase inicial de mineração tenha terminado, novos utilizadores podem ainda participar através de:
Após o lançamento, os detentores de tokens Pi passaram a aceder a múltiplos locais de negociação. O arranque abriu várias opções para comprar, vender e armazenar Pi:
A data de lançamento da Pi Network e a evolução do preço ilustram a volatilidade típica de novas criptomoedas.
Evolução do preço no dia do lançamento:
Muitos pioneiros que mineraram Pi durante anos sem investimento financeiro viram o lançamento como oportunidade para realizar lucros, originando forte pressão vendedora que superou o interesse inicial de compra.
Sem histórico prévio de negociação, o mercado precisou de tempo para descobrir o “valor justo” do Pi. As flutuações de preço refletem este processo natural.
O fornecimento máximo de 100 mil milhões de tokens e cerca de 9,7 mil milhões atualmente em circulação afetaram a dinâmica do mercado, gerando incerteza quanto à emissão futura de tokens.
O lançamento da Pi Network em fevereiro de 2025 marca apenas o início do percurso de desenvolvimento da rede.
O Pi2Day é um marco intermédio que, historicamente, traz anúncios e novidades relevantes. Eventos anteriores trouxeram atualizações importantes ao ecossistema.
Com a Open Network operacional, o foco está na expansão da utilidade real, nomeadamente:
A Pi Network pretende ser o ecossistema peer-to-peer mais inclusivo, criando uma economia digital completa com o Pi como moeda de referência para bens e serviços.
O sucesso do PiFest 2024, com mais de 27 000 comerciantes ativos em 160 países, estabelece uma base sólida para expandir o uso do Pi em transações do dia a dia.
O lançamento da Open Network permite à Pi Network negociar parcerias com empresas e instituições financeiras de referência.
O dia 20 de fevereiro de 2025 representa o culminar de mais de seis anos de desenvolvimento e construção de comunidade. De uma aplicação de mineração móvel em 2019 à blockchain funcional com conetividade externa, a Pi Network alcançou marcos relevantes.
Atualmente, 10,14 milhões de pioneiros migrados podem utilizar tokens em transações reais e negociar em exchanges reconhecidas. Com 19 milhões de utilizadores verificados via KYC e mais de 100 aplicações mainnet, a Pi Network construiu uma base sólida para o crescimento futuro.
O lançamento da mainnet em 2025 não é um fim, mas o início de um dos ecossistemas de criptomoedas mais acessíveis a nível global.
O lançamento da mainnet assinala a transição da Pi Network dos testes para a operação oficial. Ao contrário da testnet, a mainnet é totalmente descentralizada e sem controlo central. Após o arranque, a rede opera de forma independente e os utilizadores podem realizar transações reais.
A mainnet da Pi Network arranca a 20 de fevereiro de 2025, às 8:00 UTC. Prepare-se descarregando a aplicação Pi, acumulando Pi e garantindo que a conta está corretamente configurada para a transição.
Os tokens Pi requerem migração para a mainnet. Após concluir a verificação KYC, os tokens serão processados por ordem. Não é necessária troca – a migração direta basta.
Novos utilizadores podem juntar-se à Pi Network antes do lançamento, descarregando a aplicação e completando registo e verificação. Recomenda-se convidar outros e proteger a conta. Utilizadores verificados receberão airdrops após o lançamento da mainnet em fevereiro de 2025.
Após a mainnet, o preço do Pi pode ser volátil. Os principais riscos incluem vendas massivas de mineradores, pressão de oferta, eventual excesso de oferta face à procura e mudanças no sentimento de mercado. Os volumes de negociação iniciais e a adoção determinarão a evolução do preço.
Após o lançamento, os tokens Pi estarão disponíveis para negociação em exchanges reconhecidas que suportem a Pi Network. Pode vender ou trocar tokens diretamente nestas exchanges ou através da aplicação Pi browser. As listagens concretas serão confirmadas com a ativação da mainnet.











