
A World Wide Web e os seus recursos moldam praticamente todas as dimensões da vida contemporânea, desde operações bancárias e relações pessoais até aos laços familiares. No entanto, grande parte destas experiências digitais começou na era Web2.
O surgimento das plataformas de redes sociais é um dos marcos distintivos da Web2. Grandes plataformas como Facebook, Twitter e Instagram mantêm estruturas centralizadas, enquanto novos protagonistas como TikTok revolucionaram a comunicação, a partilha de informação, o lançamento de negócios e a influência nos mercados globais.
Por oposição, as plataformas de redes sociais Web3 apresentam potencial igualmente disruptivo e inovador, baseando-se em arquiteturas radicalmente diferentes. Assentes na tecnologia blockchain e nos princípios de descentralização, as plataformas Web3 criam um modelo em que os utilizadores controlam os seus dados e participam ativamente na governação do ecossistema.
Perceber estas diferenças é determinante para decidir quais as plataformas de redes sociais a observar de perto.
As plataformas descentralizadas de redes sociais estão a romper com os modelos centralizados das tradicionais plataformas Web2, gerando novos ecossistemas digitais que valorizam a autonomia e a privacidade dos utilizadores. Com o avanço da tecnologia Web3, estas plataformas estão prestes a redefinir a comunicação, a partilha de informação e o desenvolvimento de negócios. Acompanhar a evolução das redes sociais Web3 é crucial para estar alinhado com a próxima fase da cultura digital.
Entre as principais plataformas encontram-se Twitter, Facebook, Instagram, TikTok e YouTube. No universo Web3, Discord e Telegram também assumem um papel central como canais de comunicação.
Os media servem para entregar e difundir informação, enquanto as plataformas disponibilizam infraestruturas para criação de conteúdos. Por exemplo, um website noticioso atua enquanto media, ao passo que o Twitter ou serviços de blog permitem aos utilizadores criar e publicar diretamente os seus conteúdos.
As plataformas de redes sociais impulsionam a visibilidade das marcas e facilitam o acesso direto a audiências internacionais. A construção de comunidades em tempo real fomenta o envolvimento dos utilizadores e a confiança, promovendo maior transparência dos projetos e liquidez nos mercados.











