

As 10 principais criptomoedas por capitalização de mercado constituem os ativos digitais mais consolidados e amplamente aceites no universo blockchain. A capitalização de mercado, obtida multiplicando o preço atual da moeda pela oferta em circulação, é o principal critério para classificar as criptomoedas em 2026. Estas moedas líderes dominam o panorama, detendo uma parcela significativa do valor total do mercado cripto e influenciando as tendências mais relevantes do setor.
O ordenamento destes ativos digitais de topo, segundo a capitalização de mercado, fornece aos investidores perspetivas essenciais sobre os projetos que sustêm maior confiança e liquidez no mercado. As posições dentro deste segmento de elite variam conforme os movimentos de preço e a dinâmica dos volumes de negociação, sendo o volume um indicador adicional da atividade e do interesse dos investidores. As principais criptomoedas apresentam normalmente níveis de liquidez superiores, permitindo aos traders operar com mínimo slippage.
A composição do top 10 é marcada por redes blockchain estabelecidas e tokens utilitários que já provaram a sua resiliência ao longo dos ciclos de mercado. Estes rankings refletem muito mais do que valorização de preço, abrangendo métricas reais de adoção, ecossistemas de desenvolvimento e casos de uso concretos. A monitorização das criptomoedas que mantêm o estatuto de top 10 oferece uma perspetiva relevante sobre a maturidade do mercado e a concentração de valor no setor.
Plataformas como a gate continuam a monitorizar em tempo real estes rankings de capitalização de mercado, permitindo aos investidores acompanhar as alterações de posição dos principais ativos digitais e respetivos volumes de negociação.
O volume de negociação é um indicador central da atividade de mercado e do interesse dos investidores, afetando diretamente a liquidez disponível nas bolsas de criptomoedas. O volume de negociação em 24 horas regista o valor total de ativos transacionados num só dia, revelando o momentum imediato do mercado e os mecanismos de formação de preço. Por exemplo, a ETHGas registou um volume de aproximadamente 1,3 milhões em 24 horas, acompanhado de uma variação de preço significativa de 150,1%, demonstrando como uma atividade de negociação elevada potencia uma forte volatilidade nos preços.
As métricas de desempenho a 7 dias oferecem uma visão mais ampla dos padrões de negociação e das tendências de liquidez, atenuando as oscilações de curto prazo e revelando o sentimento do mercado. Ao analisar ambas as janelas temporais, traders e investidores obtêm uma perspetiva abrangente sobre se os movimentos de preço refletem tendências sustentadas ou variações momentâneas. Dados horários recentes que apontam para variações de 3,50% evidenciam condições de mercado responsivas em que a liquidez é suficiente para absorver ordens sem slippage excessivo. Um volume de negociação mais elevado está normalmente associado a uma maior liquidez nos pares, reduzindo o spread bid-ask e permitindo execuções de preço mais eficientes. A análise destas métricas auxilia os participantes do mercado a identificar os melhores pontos de entrada e saída, avaliando se um ativo mantém uma atividade de negociação consistente nas bolsas.
A relação entre a oferta em circulação e a oferta total é determinante para o comportamento dos tokens nos mercados cripto. Quando uma parte significativa dos tokens permanece bloqueada ou não atribuída, a capitalização de mercado pode parecer artificialmente baixa, criando a ilusão de subavaliação que desaparece mal a oferta aumenta em circulação. Esta diferença é crucial ao analisar o ranking e o potencial de valorização de diferentes ativos blockchain.
Veja-se o exemplo da ETHGas, que conta atualmente com 1,75 mil milhões de tokens em circulação de um total de 10 mil milhões. Esta taxa de circulação de 17,5% coloca a sua capitalização de mercado em 43,75 milhões $, ao passo que a valorização totalmente diluída é de 250 milhões $ — uma diferença acentuada de cinco vezes. Este diferencial afeta diretamente o volume de negociação e os padrões de movimento de mercado, já que os investidores antecipam a diluição futura resultante de calendários de desbloqueio e atribuição de tokens. Na prática, os mercados que antecipam este aumento de oferta acabam por sentir pressão descendente após lançamentos significativos de tokens, independentemente de melhorias fundamentais ou de ganhos de adoção.
Traders e analistas devem distinguir entre a capitalização de mercado baseada na oferta em circulação e o FDV ao avaliar o potencial de crescimento. Um token com baixa circulação mas oferta total elevada apresenta uma relação risco-retorno distinta de outro com circulação já significativa. Compreender esta dinâmica de oferta de tokens permite avaliar de forma mais precisa o real valor de mercado e antecipar a forma como os movimentos do mercado podem reagir a alterações de oferta no cenário cripto de 2026.
A presença das criptomoedas nas principais plataformas de negociação é fundamental para a acessibilidade global ao mercado e a profundidade da liquidez. Quando ativos como ETHGas conseguem listagem em várias bolsas — estando atualmente em 10 grandes plataformas — aumentam de forma substancial o seu alcance e permitem a participação de um leque mais amplo de investidores. Esta cobertura determina a facilidade de acesso e negociação destes ativos, sendo cada nova plataforma um reforço ao ecossistema de trading.
A diversidade de plataformas gera um mercado mais resiliente, como se verifica pela dispersão do volume de negociação. A ETHGas, por exemplo, gera diariamente cerca de 1,3 milhões $ em volume nas diversas bolsas onde está disponível, ilustrando como uma presença multiplataforma atrai liquidez de vários segmentos. A ligação entre listagem em bolsas e capitalização de mercado é evidente quando se analisam ativos com dezenas de milhões em market cap, que geralmente requerem presença em várias grandes plataformas para assegurar liquidez saudável e preços competitivos.
A acessibilidade de mercado vai além da mera listagem, incluindo o volume de negociação que esses ativos geram nas diferentes plataformas. Ativos com pouca cobertura tendem a ter liquidez reduzida e spreads bid-ask mais alargados, tornando-os menos atrativos para traders institucionais e retalhistas. O mercado atual demonstra que tokens com cobertura abrangente mantêm uma descoberta de preço mais estável e facilitam transações em diversos volumes. Esta distribuição por plataformas determina se um ativo é acessível apenas a traders especializados ou se está efetivamente disponível para toda a comunidade de investidores em criptomoedas.
Em janeiro de 2026, a capitalização global do mercado cripto atingiu aproximadamente 2,5 biliões $, assinalando um crescimento expressivo face aos 1,7 biliões $ em 2024 e 900 mil milhões $ em 2022, o que demonstra a forte expansão e adoção generalizada do setor.
O Bitcoin e o Ethereum mantêm as posições de topo. O Bitcoin lidera, impulsionado pela adoção institucional. O Ethereum mantém o segundo lugar. Solana, Cardano e Polkadot integram o top 5. Novos tokens DeFi, como o Uniswap e o Arbitrum, registaram subidas notórias. Stablecoins como a USDT e a USDC continuam centrais. Os rankings refletem a utilidade das redes e o crescimento dos respetivos ecossistemas ao longo de 2026.
Em 2026, o volume diário de negociação do mercado cripto ronda os 150-200 mil milhões $. Bitcoin, Ethereum e Solana lideram a atividade. Soluções Layer-2 emergentes e tokens ligados à IA apresentam também forte dinamismo, a par dos tradicionais altcoins.
As principais bolsas em 2026 evidenciam liquidez robusta graças a protocolos descentralizados e infraestrutura de nível institucional. As plataformas líderes em volume de negociação distinguem-se por motores de correspondência avançados, profundidade de livros de ordens e suporte multiativo. Os rankings variam conforme as condições de mercado, o enquadramento regulatório e a inovação nos mecanismos de liquidação.
O Bitcoin mantém uma dominância entre 45 e 48%, enquanto o Ethereum detém uma quota de mercado entre 15 e 18% em 2026. As moedas mainstream (top 10) representam cerca de 70-75% da capitalização total do mercado cripto, ficando os altcoins com 25-30%, refletindo a maturação e diversificação do setor.
Em 2026, destacam-se projetos emergentes focados em integração de IA, soluções layer-2 e infraestrutura Web3 pelo crescimento mais expressivo da capitalização de mercado. Projetos com tokenomics inovador, comunidades de desenvolvimento ativas e aplicação real registam a expansão mais rápida. Protocolos de finanças descentralizadas e soluções de interoperabilidade lideram as métricas de desempenho.
Em 2026, a liquidez global do mercado cripto mantém-se robusta, com os principais ativos a registarem volumes de negociação elevados. Contudo, altcoins de menor dimensão e tokens emergentes apresentam constrangimentos de liquidez, sobretudo em situações de maior volatilidade. As criptomoedas de grande capitalização asseguram liquidez adequada, enquanto tokens de média e baixa capitalização enfrentam desafios pontuais de liquidez.











