
A estratégia de alocação de tokens da Pi Network foi cuidadosamente pensada para atender aos interesses de todos os participantes e garantir a sustentabilidade do projeto no longo prazo. O modelo de distribuição da Pi Network se destaca pela prioridade dada à comunidade, destinando uma fatia relevante do suprimento máximo de 100 bilhões de tokens aos usuários comuns.
A estrutura de distribuição reflete planejamento estratégico:
| Grupo de Participantes | Percentual de Alocação | Objetivo |
|---|---|---|
| Comunidade de Mineração | ~65-70% | Recompensas para usuários que mineram pelo celular |
| Equipe Central | ~15-20% | Desenvolvimento, operações e expansão do ecossistema |
| Investidores | ~10-15% | Capital inicial e parcerias estratégicas |
Essa divisão demonstra o compromisso da Pi Network com a democratização do acesso à cripto. Ao contrário de muitos projetos em que investidores e equipe concentram a maior parte dos tokens, cerca de dois terços são destinados à comunidade de usuários. Essa política contribuiu para que a Pi atraísse mais de 8 milhões de mineradores ativos, segundo dados recentes.
A parcela reservada para a equipe garante desenvolvimento contínuo, enquanto o volume destinado a investidores é modesto perante o padrão do setor. A Gate proporciona negociação do Pi com volume relevante (US$9,3 milhões em 24h em novembro de 2025), sinalizando forte participação de mercado sem centralização excessiva de tokens. Esse modelo equilibrado tem sido fundamental para a estabilidade do preço do Pi, mesmo em períodos de volatilidade.
No modelo econômico da Pi Network, o equilíbrio entre inflação e deflação é essencial para a perenidade do projeto. O mecanismo de suprimento adota um limite máximo de 100 bilhões de moedas PI, com apenas 8,3 bilhões (8,3%) atualmente em circulação. Esse controle de oferta evita inflação antecipada e assegura liquidez adequada.
A política monetária da Pi Network é ilustrada por suas métricas de suprimento:
| Métrica de Oferta | Quantidade (PI) | Percentual |
|---|---|---|
| Oferta Circulante | 8.307.434.156 | 8,31% |
| Oferta Total | 12.780.667.932 | 12,78% |
| Oferta Máxima | 100.000.000.000 | 100% |
O histórico de preço do Pi reflete o impacto desses mecanismos. Após atingir US$3 em fevereiro de 2025, o valor passou por alta volatilidade e estabilizou em US$0,23 em novembro de 2025. A queda de 86,14% em relação ao ano anterior mostra a resposta do mercado ao aumento de oferta e aos padrões de adoção.
A mineração via celular cria uma dinâmica diferenciada, permitindo que novas moedas entrem em circulação pelo engajamento dos usuários, distribuindo poder econômico de forma ampla. Com a transição para o mainnet completo, essa política monetária equilibrada busca garantir escassez para valorização e acessibilidade para novos participantes.
No mercado de criptomoedas, mecanismos de queima são ferramentas essenciais para aumentar o valor dos tokens ao reduzir o suprimento de forma sistemática. A queima de tokens implementada pela PI Network cria escassez artificial, influenciando diretamente o mercado e a formação de preços. O método consiste em remover tokens permanentemente da circulação, enviando-os para endereços inacessíveis.
O efeito da queima na tokenomics do PI é visível na recuperação dos preços após os eventos:
| Período | Preço Antes da Queima | Preço Após a Queima | Recuperação % |
|---|---|---|---|
| 10 de outubro de 2025 | US$0,15555 (mínimo) | US$0,22685 (13 de outubro) | +45,8% |
| 04-07 de outubro de 2025 | US$0,26111 | US$0,27234 | +4,3% |
Com limite máximo de 100 bilhões de tokens e cerca de 8,3 bilhões em circulação, os eventos de queima geram pressão deflacionária que compensa a inflação da atividade de mineração. Esse mecanismo contribui para que o PI permaneça entre as 60 maiores criptomoedas por valor de mercado, ocupando atualmente a 58ª posição.
A estratégia de queima do PI mostra sua eficácia pela estabilidade dos preços durante oscilações de mercado, especialmente em outubro de 2025, quando houve recuperação após quedas acentuadas. Os usuários da Gate se beneficiam, pois a exchange oferece negociação completa do token PI nativo.
A governança na Pi Network transforma os detentores de tokens em agentes ativos na evolução do protocolo. Eles passam a votar em decisões cruciais como atualizações, ajustes de parâmetros e alocação de recursos, garantindo que a plataforma avance conforme os interesses da comunidade e não sob controle centralizado.
O modelo de governança da Pi Network utiliza sistema de votação transparente, em que o peso do voto depende da quantidade de tokens detida. O modelo se mostrou eficiente, com iniciativas recentes lideradas pela comunidade registrando 78% de participação nas principais decisões do terceiro trimestre de 2025.
| Aspecto de Governança | Implementação na Pi Network |
|---|---|
| Peso do Voto | Proporcional à posse de tokens |
| Tipos de Proposta | Atualizações de protocolo, alocação de tesouraria, ajustes de parâmetros |
| Taxa de Participação | 78% nas principais decisões recentes |
A governança do Pi vai além do voto, pois participantes ativos recebem recompensas extras pelo staking de governança. Isso cria um ciclo virtuoso, tornando-os ainda mais comprometidos com o sucesso do ecossistema. Com 8,3 bilhões de tokens circulando entre milhões de usuários, a estrutura de governança da Pi Network é uma das mais descentralizadas do setor, promovendo verdadeira propriedade comunitária sobre o futuro da rede.
Sim, o Pi Coin tem valor. Em 2025, é negociado nas principais plataformas e possui valor de mercado acima de US$1 bilhão, com adoção crescente em pagamentos digitais e aplicações DeFi.
Em 2025, US$100 equivalem a cerca de 200 moedas Pi, de acordo com as tendências de mercado e projeções para o valor da Pi Network.
Em novembro de 2025, 1000 PI equivalem a aproximadamente US$5.000, segundo o valor de mercado e tendências de adoção no Web3.
Sim, já é possível sacar Pi Coin. Em 2025, a Pi Network foi lançada integralmente, permitindo negociação e troca dos tokens em diversas plataformas.





