


A partir de 2025, a Argentina autoriza a mineração de criptomoedas. O país não implementou legislação específica que proíba a mineração de ativos como Bitcoin, Ethereum ou outros. Esta atividade integra-se no enquadramento jurídico geral argentino relativo a ativos digitais e atividades económicas, oferecendo um ambiente regulatório claro e definido para os intervenientes do setor.
A segurança jurídica em torno da mineração de criptomoedas é determinante para investidores, operadores e utilizadores do ecossistema cripto. A clareza na legislação impacta diversos aspetos essenciais da indústria.
Em primeiro lugar, a segurança do investimento é fundamental. A confirmação de que a mineração de criptomoedas é legal na Argentina reforça a proteção dos capitais aplicados. Os investidores mostram maior disponibilidade para alocar recursos substanciais em operações de mineração quando têm a garantia de que estas não estão sujeitas a alterações regulatórias inesperadas ou a riscos legais que possam comprometer o retorno.
O reconhecimento jurídico também permite que as operações de mineração desenvolvam estratégias de longo prazo de forma mais segura. Os operadores podem negociar contratos de fornecimento de energia estáveis e investir em infraestruturas com confiança, sem receio de interrupções legais repentinas que possam perturbar as operações ou afetar de modo significativo a rentabilidade dos projetos.
Quadros regulatórios claros e favoráveis podem igualmente atrair investidores estrangeiros que procuram ambientes estáveis e juridicamente seguros para instalar mining farms de grande escala. Esta dinâmica pode impulsionar o desenvolvimento económico e tecnológico nas regiões locais.
Nos últimos anos, a Argentina assistiu a um crescimento expressivo da atividade de mineração de criptomoedas, motivado sobretudo pelos custos de eletricidade relativamente reduzidos e pelo acesso a fontes de energia renovável.
A abundância de recursos de energia renovável — nomeadamente hídrica e eólica — torna a Argentina um destino privilegiado para operações de mineração cripto sustentáveis. Tal não só reduz a pegada de carbono da atividade, como também contribui para os objetivos climáticos globais e para a procura crescente de práticas de mineração responsáveis.
O governo argentino tem adotado uma postura relativamente aberta em relação às criptomoedas e à blockchain. Embora ainda estejam a ser desenvolvidas regulamentações abrangentes, o contexto atual favorece a expansão e escalabilidade das operações de mineração, com restrições mínimas.
A mineração de criptomoedas tem tido um impacto relevante na economia argentina, criando empregos especializados, estimulando a procura de equipamentos técnicos e gerando receitas fiscais. O rápido crescimento do setor motivou discussões sobre uma regulação mais específica para apoiar e gerir a indústria de modo sustentável.
O investimento em infraestruturas de mineração registou um aumento de 150 % nos últimos três anos, demonstrando o forte dinamismo do setor e a crescente confiança no futuro da mineração no país. Esta evolução evidencia a resiliência do ambiente empresarial argentino e as perspetivas positivas de longo prazo para as operações de mineração.
Em 2025, a Argentina representa cerca de 4 % da atividade mundial de mineração de Bitcoin, consolidando-se como um dos principais intervenientes a nível global. Esta quota aumentou significativamente graças a preços de eletricidade competitivos, com uma média de aproximadamente 0,06 $ por kWh — muito abaixo da média global de 0,12 $ por kWh.
Esta vantagem ao nível do custo energético é determinante para operadores que pretendem maximizar as margens de lucro e potenciar a rentabilidade global das operações. O diferencial de custos posiciona a Argentina como um destino de referência para o investimento internacional em mineração de criptomoedas.
A mineração de criptomoedas é legal na Argentina, oferecendo um enquadramento estável e atrativo para investidores e operadores. O quadro jurídico apoia de forma ativa a expansão do setor, enquanto os recursos energéticos e económicos do país reforçam o seu apelo para investidores nacionais e estrangeiros.
As vantagens exclusivas da Argentina incluem clareza jurídica favorável, energia renovável acessível e uma governação orientada para a inovação tecnológica. O contexto legal é propício à mineração de criptomoedas, a energia renovável é amplamente utilizada para práticas sustentáveis, e o impacto económico é notório — promovendo a criação de emprego e o desenvolvimento tecnológico.
Para quem procura entrar ou expandir-se no setor da mineração cripto, a Argentina destaca-se pela conjugação de segurança jurídica, incentivos económicos competitivos e abundância de recursos energéticos. O país encontra-se bem posicionado como destino estratégico para o lançamento ou expansão de operações de mineração de criptomoedas, com sólidas perspetivas de crescimento sustentável.
Sim. A mineração de criptomoedas é legal na Argentina. Não existem restrições legais a esta atividade, e o setor apresenta um elevado potencial de desenvolvimento.
É obrigatório pagar imposto sobre o rendimento proveniente da mineração. Não existe um imposto específico para a mineração de criptomoedas; aplicam-se os impostos gerais sobre os rendimentos gerados.
É necessário dispor de hardware ASIC especializado, uma ligação fiável à internet e capital inicial para investimento. Os principais custos incidem sobre hardware e eletricidade. As tarifas energéticas em vigor na Argentina podem ter impacto relevante na rentabilidade das operações.
A Argentina reforçou o seu enquadramento regulatório para criptomoedas, introduzindo orientações claras para as transações e proteção dos investidores. O governo está a integrar gradualmente as criptomoedas no sistema financeiro nacional, assegurando conformidade e segurança operacional.
Os riscos incluem eventuais alterações regulatórias, volatilidade do mercado, custos energéticos elevados e risco de fraude. Embora a mineração seja legal em 2025, é fundamental acompanhar a evolução regulatória e gerir rigorosamente as despesas operacionais.










